Categoria: autoconhecimento

  • Afinal, o que é essa história de ser você mesma?

    O inverno chegou e, ao mesmo tempo, a segunda edição do curso de Educação Emocional Aplicada finalizou. Ficamos por 16 semanas olhando para nós e aprendendo a nos reconhecer enquanto protagonistas das histórias de nossas vidas. E na reverberação destes encontros maravilhosos, me nasceu o desejo de escrever um pouco.

    Reconhecer a nossa história pode ser assustador, especialmente para quem nunca parou para pensar e olhar para si de forma acolhedora, como é a proposta do curso – e de meus atendimentos terapêuticos. Contudo, uma coisa é certa: a beleza encontrada no final da jornada tem um valor inestimável. Por isso mesmo, na última atividade do curso, há uma proposta desafiadora: elaborar e apresentar uma autobiografia. A apresentação não é obrigatória, mas eu sugiro fortemente que a pessoa ao menos faça essa atividade, pois poderá reviver e contar a sua história de um outro lugar, com amor e empatia!

    Olhar para a nossa história e honrar nosso passado, aceitando as partes boas e ruins, é um dos primeiros passos para assumirmos a responsabilidade de sermos nós mesmas, pois, independentemente do que possa acontecer, quando tomamos consciência de quem somos e temos a noção de que podemos fazer algo pela nossa própria vida, passamos a escolher com clareza e amorosidade a fim de atender às nossas necessidades e acolher empaticamente as nossas emoções.

    Um ponto comum de muitas pessoas, que percebi recentemente, é que foi durante a pandemia que começaram sua busca pelo autoconhecimento. E elas já podem ter experimentado diversos caminhos para tal: terapia convencional, terapias integrativas/alternativas, tarô, astrologia, trabalhar a espiritualidade com um viés mais religioso, não importa! Depois que cai o primeiro véu do reconhecimento de si, é inevitável seguir adiante.

    Porém, muitas vezes, nos sentimos perdidas em meio a tantas informações e não sabemos se estamos fazendo da “melhor” forma. É por isso que ter alguém para trilhar conosco essa jornada, sendo mediadora e nos acompanhando compassivamente, é uma das melhores oportunidades que podemos ter.

    Se você está se sentindo estagnada na tua jornada de autoconhecimento e sente que precisa colocar tua vida nos trilhos, há duas opções que te apresento: 1º) faça sua jornada do curso de Educação Emocional Aplicada individualmente; ou 2º) faça comigo como mediadora, com planejamento e acompanhamento semanal.

    Venha me contar a tua história de vida! Será um prazer enorme te ouvir e te acolher.

  • O que o futebol me ensinou sobre as emoções

    Desde criancinha assisto futebol, e desde criancinha sou palmeirense. Eu me lembro de ficar aos domingos em frente à televisão para ver o Palmeiras jogar. E essa memória até pareceria uma invenção, caso eu não tivesse vivido essa paixão na pele e na alma.

    Até aqui, normal ser apaixonada por futebol, pois moro num país e vivo sua cultura, como qualquer pessoa. Mas, com o tempo, fui levando essa história tão a sério que, como toda paixão extrema, virei uma fanática!

    Pessoas amigas que conviveram comigo nesta época, que durou bastante tempo, sabiam que não podia passar em frente à TV para não ouvir gritos, e quando o Palmeiras perdia já sabiam que eu ficava mal-humorada por um período.

    Por ser uma das poucas mulheres que assistia futebol, eu tinha um grupo com meninos palmeirenses e íamos pro bar ver os jogos, comemorar ou lamentar, quando perdíamos. Foram momentos bons e, ao mesmo tempo, tensos que vivi.

    Quando cheguei ao ponto de brigar com um colega da época até quase pular nele de tanta raiva durante um jogo, percebi que minha relação com o futebol não estava me fazendo bem.

    Mas daí foram anos até me curar desse vício e escape. Não vou entrar em detalhes mais aprofundados a nível social e psicológico sobre o papel do futebol na sociedade. Para isso, deixo duas dicas para quem quiser saber mais: o livro de Eduardo Galeano, chamado “Futebol ao sol e à sombra”, que me auxiliou a descortinar os bastidores do mundo futebolístico, e o site Observatório social do futebol, que traz dados importantes sobre futebol e sociedade.

    A verdade é que o futebol, para quem se identifica com o esporte, traz à tona nossas emoções com altos níveis de intensidade, e isso pode ser perigoso quando você não tem autorregulação emocional. Não é à toa que muitas mortes já ocorreram neste país durante jogos, principalmente clássicos como Palmeiras e Corinthians.

    Como eu vivia minhas emoções de modo mais ou menos inconsciente, precisei passar um bom tempo afastada do vício até retornar a ele. Lembro que foi em Curitiba que soube, através do meu cunhado, também palmeirense, que o Palmeiras estava na final da Libertadores, em 2021, se não me engano.

    De lá pra cá, retomei minha relação com o futebol de um outro lugar. Aliás, é importante registrar que, antes disso tudo, me casei com um corinthiano, que hoje está muito feliz por ter ganhado o campeonato paulista de 2025 em cima do seu maior rival, quebrando uma sequência de três anos de vitórias e viradas do Verdão.

    E eu me vejo madura ao reconhecer que o Corinthians mereceu, sim, ganhar. E tá tudo bem, a vida continua. Afinal, se não existisse o Corinthians, meu Palmeiras seria menos Palmeiras, pois é nesse tipo de situação que reconheço a Lei das Polaridades, onde os opostos são da mesma natureza.

    Resumindo, o futebol, assim como qualquer esporte, pode nos ajudar a reconhecer, mensurar e regular as nossas emoções, de modo a tornar essa relação saudável e prazerosa. Mas isso só pode ser feito quando trazemos o autorreconhecimento para compreender essa relação com mais clareza.

    E você, me conta, gosta de futebol? Tem alguma história pra compartilhar sobre seu time do coração e suas emoções? Eu adoraria saber.

  • Quando devo procurar o reiki como tratamento terapêutico?*

    Com a popularização do método Reiki, é bem provável que você já tenha recebido esta energia cósmica canalizada (rei) em algum momento para harmonizar sua energia vital (ki). Também, desde o início da pandemia, diversos reikianos e terapeutas vêm oferecendo envios gratuitos pelas redes sociais. Inclusive, há uma técnica, que já mencionei, na qual a energia Reiki flui diariamente para quem queira recebê-la, bastando apenas repassar dois endereços energéticos ao terapeuta (veja meu vídeo sobre a Técnica da Caixinha de Reiki e, se quiser, me envie seu nome completo e data de nascimento).

    Mas, assim como ser reikiano não implica necessariamente em ser um terapeuta Reiki, receber o Reiki esporadicamente não significa que a pessoa esteja fazendo um tratamento terapêutico. Digo isso porque, inúmeras vezes, as pessoas só querem receber uma ou outra sessão e não dão continuidade ao seu processo de autocuidado.

    Fazer um tratamento holístico deve ser uma escolha consciente porque, assim como todo tratamento terapêutico, a importância da continuidade é crucial para se atingirem resultados. Se a pessoa está disposta a trabalhar sua harmonização energética de forma holística, ou seja, olhando para todas as áreas da sua vida (física, emocional, mental e espiritual), a terapia Reiki é uma ótima opção. Mesmo que já esteja fazendo um tratamento médico ou psiquiátrico, o Reiki servirá como terapia complementar e ajudará no processo de recuperação ou manutenção da saúde integral.

    Desse modo, indico que procure um terapeuta Reiki qualificado para que trabalhe de forma conjunta os seus campos físico, emocional, mental e espiritual, pois, com um acompanhamento profissional, é mais fácil de perceber os passos de autodesenvolvimento. A terapia Reiki é capaz de trazer profundas transformações para as pessoas que estejam dispostas a se conhecerem em todos os níveis.

    Isso não significa, é claro, que, ao receber apenas uma sessão, não pode haver transformações. Sempre há, porque a energia Reiki é uma energia inteligente, já que vem da Fonte Cósmica Universal. E, em uma sessão ocorre o equilíbrio dos chacras, que se reflete no trabalho das glândulas e seus respectivos hormônios, e destes para todos os órgãos do corpo, causando um bem-estar físico, emocional e mental instantâneo. Daí que o Reiki tornou-se tão popular: pelos seus efeitos imediatos no corpo e no humor.

    A diferença é quando se coloca isso numa perspectiva de querer trabalhar o autoconhecimento e desenvolver a inteligência emocional conscientemente, para além de ver o Reiki como apenas uma sessão de relaxamento. Ao fazer esta escolha consciente, a pessoa traz para si a responsabilidade em seu processo de autocuidado, e, aí sim, é possível sentir as mudanças mais profundas na prática.

    Lembrando que jamais as terapias holísticas devem substituir os tratamentos convencionais, mas podem, sim, integrar-se àqueles para a busca do desenvolvimento pessoal em todas as áreas. Se você quer saber mais sobre o Reiki, baixe gratuitamente o e-book “Como o reiki pode me ajudar?” ou fale diretamente comigo.

    *Texto publicado inicialmente no site Eu sem Fronteiras: https://www.eusemfronteiras.com.br/quando-devo-procurar-o-reiki-como-tratamento-terapeutico/

  • Seu 2025 vai ser ‘com emoção’ ou ‘sem emoção’?

    Ao iniciar este texto, no último dia do mês de janeiro, muita coisa já aconteceu na minha vida; algumas novas e outras como consequências do ano de 2024. Imagino que você, que me lê, também já tenha aí boas e más histórias para contar deste ano de 2025.

    O título provocativo que apresento aqui é para nos auxiliar a compreender a importância – cada vez mais gritante – de exercitarmos a nossa inteligência emocional. Embora os termos “inteligência emocional”, “educação emocional”, “habilidades socioemocionais” ou “competências socioemocionais” estejam em voga desde a pandemia de covid-19, nem sempre é fácil lidarmos com nossos sentimentos e emoções e aplicarmos na vida prática os aprendizados, seja no trabalho, nos estudos ou nos relacionamentos, principalmente com nós mesmos.

    Como gosto de trazer embasamento científico, tenho estudado bastante sobre estes temas a fim de agregar aos meus atendimentos e serviços. E, sim, a verdade é que precisamos viver “com emoção”, pois o contrário é impossível! Eis aqui a resposta da pergunta do título.

    Contudo, precisamos amadurecer esse ditado, de preferir a emoção, para a aliarmos às nossas inteligências racional/intelectual e espiritual a fim de fazermos escolhas mais assertivas em nossas vidas. E é juntando tudo isso que surge o conceito de “educação emocional”, definida abaixo:

    “Educação emocional é a possibilidade de adquirir conhecimento, por palavras e ações, que, ao reconhecer o poder das emoções no que concerne à capacidade de nos revelar a nós mesmos, faz com que sejamos pessoas melhores, vivendo uma vida mais plena e consciente” (CASASSUS, 2009 apud ARANTES, 2019 – grifos meus).

    Particularmente, gosto da última parte dessa citação que pontua a finalidade da educação emocional em nossas vidas: fazer com que sejamos pessoas melhores, e isso se conecta ao objetivo maior de estarmos neste planeta: evoluirmos em todos os sentidos. Concorda?

    Ocorre, porém, que as emoções acabam nos dominando de tal forma tão destrutiva que hoje vemos uma sociedade doente em todos os níveis: físico, emocional, mental e espiritual. Passamos séculos focando apenas na razão e ignoramos a potência das outras dimensões, pois a verdade é que somos seres multidimensionais – e isso não é apenas um papo místico, pois a própria ONU já reconhece este termo em se tratando de saúde.

    Portanto, uma das chaves para termos uma vida mais plena é olharmos para nossas emoções, aprender a nomeá-las e gerenciá-las de forma mais produtiva e consciente, pois as emoções existem e nos guiam há séculos. Do contrário, continuaremos mais um ano colocando a culpa de nossas mazelas sempre fora (não é que também não esteja, ok?), mas o trabalho interno deve ser feito urgentemente, se quisermos encontrar paz interior e, especialmente, fazermos as pazes com as nossas benditas emoções.

    E aí, seu 2025 vai ser com emoção? Se a sua resposta é sim, conheça o meu Programa Intensivo de Educação Emocional através da aula magna gratuita e/ou, se preferir, fale comigo para uma consultoria de educação emocional com R$ 100,00 de desconto na primeira sessão.

  • Por que escrever é tão difícil?

    Se você concorda com o título desta postagem, pode ter certeza de que não está sozinha/o. Faça o teste: na sua família, grupo de amigos ou no trabalho pergunte para, no mínimo, dez pessoas: “quem gosta de escrever?”. Tenho certeza que os resultados serão abaixo de 40%, e estou sendo otimista, hein!

    Acontece que, seja na vida acadêmica ou profissional, a escrita é parte primordial de todas as relações e processos. Logo, você irá precisar lidar com o assunto antes que isso se torne o seu maior pesadelo.

    Eu não sei se você veio de uma educação escolar traumatizante, principalmente das aulas de português, onde acreditou que “não sabe falar o português corretamente” ou “o português é difícil” e isso acabou se perpetuando em todas as áreas da sua vida, afinal, “todo mundo diz isso”. E, então, você vê aquelas pessoas que “sabem falar ou escrever bem”, e muitas delas se consideram “superiores” e são até “metidas”, o que te traz ainda mais antipatia pela escrita da língua, não?

    Mas eu gostaria de te dizer que escrever não precisa ser um bicho de sete cabeças, não! É claro que vai exigir um pouco de trabalho da sua parte. Só que o mais importante é você ter a clareza do que pretende dizer e porque, para quem irá dizer, como e quando vai dizer e quais recursos linguísticos e extralinguísticos vai precisar para transmitir sua mensagem. Então, antes de começar seu texto, responde essas questões. Se fizer, me conta como foi a experiência.

    Para quem está na fase da escrita de TCC, dissertação ou tese, fiz um compilado de dicas de escrita e outras relacionadas ao processo de pesquisa acadêmica. Sim, no e-book “Manual básico de escrita formal para textão acadêmico e outras dicas salva-vidas”, embora o título seja mais longo que as tranças da Rapunzel, o conteúdo é enxuto e objetivo. Você não vai precisar ficar decorando regras gramaticais; são dicas básicas para te ajudar a escrever e ainda fiz um checklist para revisar o seu próprio texto.

    Já se você está na vida profissional e/ou acadêmica, seja ensino médio, técnico ou superior, e precisa desenvolver mais seus dotes de escrita formal, existe a opção de consultoria de escrita com análise e correção textual. Ou, ainda, aproveite que a promoção de verão está com até 50% de desconto nas mentorias educacionais!

    A verdade é que você não precisa sofrer sozinha/o o seu processo de escrita. Conte com uma profissional que já passou por diversas experiências e tem a formação especializada para te ajudar, além de estar disposta a ouvir suas emoções e sentimentos sobre o ato de escrever! Conte comigo!

  • Como (e porque) mudei minha alimentação em um ano?

    Às vésperas do meu aniversário, resolvi materializar através das palavras uma das mudanças mais radicais que realizei nesta vida. E olha que por essa nem eu esperava! Em cerca de um ano, fui do ovolactovegetarianismo para uma filosofia vegana e antiespecista, que vai muito além da alimentação.

    Pra começar essa história, gostaria de dizer que já fui muito preconceituosa com pessoas vegetarianas e veganas. Por quê? Ora, porque sou uma mulher da minha época e do meu tempo, e assim sendo, atualmente tudo o que se faz é comer carne e consumir derivados de origem animal, não é mesmo? O mundo tornou-se onívoro (ou carnívoro) já tem até alguns séculos, e hoje em dia é muito mais prático pensar no alimento com os ingredientes de origem animal, ir ao mercado comprar um frango ou bife e garantir o almoço do dia.

    Na minha infância, houve um período em que “carne” era artigo de luxo em nossa casa. Com o tempo, creio que construí uma ideia – que também paira subliminarmente na sociedade – de que carne é sinônimo de fartura (vide a história da “picanha” nas últimas eleições). Aqui, todavia, há um parêntesis importante a ser feito: num país que figura no Mapa da Fome, infelizmente, a declaração anterior pode, sim, ser verdadeira. Sei que ainda é uma questão de privilégio pensar na alimentação num país com níveis altíssimos de insegurança alimentar. E compreendo e concordo plenamente com o conceito de nutricídio e seus estudos atuais.

    Mas voltando à minha história, quando comecei a estudar na UFSC conheci inúmeras pessoas vegetarianes e veganes. Até morei com colegas vegetarianas e comecei a desconstruir aquele pré-conceito que tinha. Inclusive, nos últimos quatro ou cinco anos o meu irmão aderiu à dieta. Todavia, da graduação até o doutorado eu vivia praticamente de bolsa, logo, era moldada pelo RU – Restaurante Universitário. E como eu não tinha a mínima consciência sobre minha alimentação, jamais imaginava seguir por esse caminho.

    Eis que em 2019, na minha primeira iniciação do reiki resolvi me propor um desafio: ficar os 21 dias de autolimpeza – característica obrigatória dessa terapia – sem ingerir carne (não obrigatório no processo). Foi muito desafiador mesmo! Mas sobrevivi, ampliei meu olhar sobre os temas e comecei a compreender esse universo alimentício que, pra mim, na minha ignorância daquele momento, era totalmente “sem noção”. Claro que naquele período consumia produtos derivados de animais, como ovos e queijos – que sempre fui apaixonada e não sabia o porquê, até descobrir que esse último contém um componente viciante.

    A partir de então, eu já estava pensando em reduzir o consumo de carnes, e creio ter sido em 2020 quando fiz minha primeira exclusão: o coração de galinha, tão comum nos churrascos da vida! Eu era simplesmente “louca” por essa iguaria, porém, um dia, na pandemia, estávamos eu e Alexandre (meu esposo) comendo e senti um deslocamento no tempo-espaço ao ver tantos corações no prato. Creio ter sido levada a um momento ritualístico macabro naquele instante – e isso não é ficção. Decidi, então, parar de comer. Detalhe: naquela altura, jamais imaginava que me tornaria vegetariana!

    Atualmente, devemos agradecer ao universo da internet por tantas maravilhas, dentre elas, encontrar pessoas dispostas a compartilhar conhecimento e informação de qualidade! Era meados de setembro do ano passado, quando resolvi participar de um desafio vegano da ONG Vegan Outreach: por 10 semanas, recebi material informativo e firmei o compromisso de ir reduzindo a carne no meu dia a dia. Em outubro, perto do meu aniversário, já havia reduzido cerca de 90% das carnes, mas ainda consumia outros derivados de origem animal.

    Acontece que como sou uma pessoa que ama estudar, fui estudar um pouco mais sobre as diferentes dietas alimentares. E o que aprendi não foi pouco! Aliás, mudou a minha vida, como estou contando agora. Compreendi o que era a dieta do ovolactovegetarianismo e cheguei ao veganismo que, como mencionei, não é apenas uma dieta alimentar, mas sim uma filosofia de vida. Contudo, há outros fatores importantes nesta jornada: 1) meu processo de autoconhecimento e espiritualidade; e 2) apoio e parceria do Alexandre.

    Costumo dizer que a coerência não deve ser priorizada apenas nos estudos da linguagem, quando traz sentido e harmonia ao todo daquilo que se fala ou se escreve, mas conforme nos dizia Paulo Freire, “É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal maneira que num dado momento a tua fala seja a tua prática”. Assim, venho aprendendo pelo fator 1 que o Amor é a base de tudo; e o Amor inclui, não mata, não devora, não explora.

    É claro que o caminho do veganismo é árduo, pois é uma mudança gigantesca de paradigma. É óbvio também que não é fácil, mas dentre as inúmeras causas cientificamente comprovadas (causa ambiental, causa animal, saúde física) para pararmos de consumir ou reduzirmos produtos de origem animal, o que permeia essas relações é uma ética baseada neste Amor. Preciso dizer também que os aprendizados com os mentores da Casa do Consolador e o trabalho do Rancho dos Gnomos foram e são cruciais para essa transformação em minha vida.

    Além disso, eu devo ter muitos créditos cármicos, pois o Alexandre (fator 2) também aderiu ao veganismo. Inclusive, ele foi a pessoa que me impulsionou nessa virada de chave. E hoje, nós dois estamos, desde março, aprendendo juntos tantas coisas: desde receitas culinárias até aquela pesquisa para saber se a empresa do creme dental faz teste em animais.

    Confesso que tem sido uma jornada prazerosa, apesar de praticarmos o veganismo sempre na medida das nossas possibilidades. E ainda, desconstruindo a ideia de que veganismo é apenas para quem tem dinheiro. Sobre esse tema, indico o trabalho fantástico dos irmãos Leonardo e Eduardo do Vegano Periférico.

    Devo frisar, também, que este movimento é plural, ou seja, a depender do lugar de fala pode haver, como em tudo na vida, certas contradições. Mas, dentre os inúmeros aprendizados que essa mudança alimentar e visão de mundo me trouxe, o principal deles é que somos seres de hábitos, e hábitos podem ser incluídos ou excluídos, a depender da nossa vontade. E vontade, para mim, tem que envolver algo que tenha um sentido maior. No meu caso, a ética do bem através do amor inclusivo e a busca pela coerência entre teoria e prática, pois já que sempre fui contra todas as formas de opressão, como manter a ideologia do especismo antropocêntrico acima de tudo?

    Pra finalizar, te convido a refletir e, quem sabe, optar por reduzir o consumo de carne aderindo à campanha “Segunda sem carne“. O que te custa é muito pouco, se comparado aos benefícios para a tua saúde, a saúde do planeta e a vida dos animais. Experimente e me conta! Caso tenha se interessado pelo tema, também posso indicar documentários e materiais de pesquisa. Gratidão por me ler!

  • Fronteiras entre o eu e o outro

    Reconhecer os limites entre o eu e o outro sempre foi um objetivo de nosso progresso enquanto sujeito individual e diverso, uma meta para desenvolver um ego saudável. Tanto é assim que, na psicologia, se não sei a diferença entre eu e o outro provavelmente posso ter algum distúrbio mental ou transtorno de personalidade.

    E todas essas divisões/limites se projetam para fora de nós com objetivos muito didáticos, é verdade. Contudo, temos a tendência a demarcar muito bem essas diferenças por querermos ser exclusivos e, assim, começamos a excluir tudo o que não se encaixa no nosso mundo sob a nossa perspectiva. Assim é com a língua, com a nacionalidade, com o estado, com o time de futebol, com a estética, com a roupa etc. etc. etc.

    A balança das polaridades é sempre usada por nós com a intenção de menosprezar e aniquilar o outro lado, a parte com a qual não me identifico. Porém, esse outro lado, conforme as leis herméticas, nada mais é do que “idêntico em natureza, mas diferente em grau”, como o quente e o frio, o dia e a noite, a luz e a escuridão e assim por diante.

    Como seres em constante aprendizado, cabe a nós analisarmos o quanto essas diferenças nos afetam de forma negativa, pois isso é trabalhar com inteligência emocional para olhar nossas percepções na prática.

    Quando sinto raiva, qual é a outra polaridade que posso ajustar em mim? Raiva é uma das emoções mais instintivas dos seres sencientes, podemos perceber até nos nossos amigos não humanos, como os cachorros.

    Aqui no Brasil, infelizmente ainda há muita divisão territorial. Logo, se a pessoa é de uma região considerada, pelo ponto de vista dela, como melhor que a outra, a tendência é que desvalorize as demais não percebendo a interdependência; se é de uma religião, as outras são consideradas erradas; se torce pra um time, os outros são os piores.

    Todos nós já fizemos isso em algum momento, concorda? E nem precisa ser com tais exemplos, mas inúmeros outros: minha escola é a melhor; meu celular é o melhor; meu trabalho é o melhor…

    A pergunta é: qual a sensação que essa ideia de “ser melhor” alimenta em nós? Nos tornamos superiores? Inabaláveis? Em qual área do corpo e de minha mente essa sensação afeta? Sinta seu corpo! Provavelmente, se se sente superior em alguma área da vida, uma quentura na região do estômago pode dar um up de poder em você.

    Por outro lado, qual é a vulnerabilidade que pretendo esconder quando preciso sustentar essa ideia? Seria um medo de ser menosprezada? De não ser reconhecida enquanto pessoa? A mesma região do corpo dá um calafrio quando pensamos nisso, não é?

    Faço essas perguntas provocativas tanto para você que me lê quanto para mim, pois para nos conhecermos precisamos ir mais a fundo em nossa compreensão de nós mesmos.

    Na CNV – comunicação não violenta – há quatro passos para trabalhar: primeiro, eu observo o que me acontece, ou seja, principalmente qual reação tenho diante das situações. Segundo, devo identificar o meu sentir, o que, de fato, estou sentindo. Depois, ver qual necessidade humana, demasiadamente humana, quero satisfazer com essa emoção ou sentimento que percebi. Por último, preciso formular um pedido, seja a mim ou ao outro (lembra dele?) alinhado a essa necessidade, pois ninguém, além de mim mesma, sabe o que é.

    O problema é que, como vivemos no piloto automático, todos nós nem sabemos o que sentimos e, por consequência, do que precisamos. Por isso, nos comunicamos de forma tão violenta, cada vez mais.

    Faz sentido pra você? Tudo isso começa com entender de forma positiva os limites e limitações que temos para aprendermos a viver coletivamente, sem necessidade de fronteiras hostis contra meu vizinho, seja uma cidade, estado, país ou planeta, mas sim entendendo que essas diferenças nos complementam em graus inimagináveis.

    Se você sentiu vontade de praticar, use o dia de hoje para aplicar os quatro passos da CNV e se conheça um pouquinho mais. Depois me conta como foi a experiência.

  • Retrospectiva 2022: já fez a sua?

    Quem nunca chegou nesta época, aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo, e começou a pensar no que fez ou no que deixou de fazer no ano que está prestes a acabar, não é mesmo?! Geralmente, a tendência é focar mais em coisas ruins, que não deram certo, mas será mesmo que não houveram muitas coisas boas que nos aconteceram nestes doze meses ou, quase, 365 dias? Vou deixar aqui uma sugestão de reflexão que usei para analisar o meu 2022, para além daquelas retrospectivas mais básicas, e igualmente importantes. Se você fizer, me conta!

    Dá para dividir nossa análise retrospectiva em dois níveis, e dentro de cada um deles, alguns subníveis para melhor compreender nosso ano: o nível macrocósmico e o nível microcósmico, pois, como a Lei da Correspondência nos diz, “assim como é em cima, é embaixo”. Se você quiser, pode escrever para visualizar melhor tudo isso, e ainda, incluir outros pontos que considera importantes.

    A começar pelo nível micro, ou seja, nós mesmos, pode-se dar uma nota de zero a dez – análise quantitativa – e fazer um comentário – análise qualitativa – em cada uma das áreas: física, emocional, mental e espiritual. Essa separação é meramente didática, porque as partes se interpenetram, como você irá perceber ao longo das reflexões. Veja só como é legal analisar a vida de uma forma holística.

    Dentro da parte física, perceba: como foi sua alimentação; se conseguiu olhar de forma consciente para os alimentos; se teve ou não compulsão alimentar – que reflete algum desequilíbrio mental e emocional; se está satisfeita/o com aquilo que te nutre, seja a comida ou a bebida; se percebeu toda a rede de pessoas e animais envolvidos para que tenha seu prato do dia todos os dias…

    Quanto ao seu corpo, você se exercitou? Se não, por quê? Está se sentindo bem com este templo sagrado? Consegue perceber que seu corpo é sua morada? Aqui, é importante desapegar dos padrões impostos pela sociedade (principalmente a mídia) e olhar de forma sincera pra si: se a imagem que vê no espelho é agradável, honre seu corpo; se não é, cuide mais dele e aprenda a amá-lo antes de querer qualquer mudança. Além disso, atividade física é essencial e deve se tornar um hábito.

    Outra questão muito importante no nível físico: o sono reparador. Como andou a qualidade do seu sono? Sabe quantas horas diárias você precisa para se revigorar? O que ou quais emoções e situações interferem na qualidade da tua noite de repouso? De zero a dez, qual foi a nota do seu sono este ano?

    Ainda, de repente, pode ser que você esteja com alguma doença no corpo físico: já foi ao médico e fez os check ups necessários? Está se medicando? Sabia que doença é sintoma? E que sintoma é a consequência de algo? Aqui, a Lei da Causa e Consequência são ótimas para nos ajudar. Podemos ver a doença como algo que nos faz olhar para aquilo que ela está apontando: é uma dor de cabeça, dor de estômago, problemas respiratórios etc.? O que isso quer me dizer? Por exemplo, se não costumo tomar água, posso desenvolver pedra nos rins. “Pedra nos rins” é um sintoma cuja possível causa é a falta de hidratação corporal, dentre outras. Percebe como tudo está interligado?

    Na parte emocional, pergunte-se quais emoções predominaram em você e quais consequências elas trouxeram? Na via negativa: raiva, medo, impaciência, ciúmes, apegos, baixa autoestima, julgamentos, tristeza, repulsa etc. Na via positiva: amor, alegria, gratidão, pertencimento, paixão, prazer etc. Aqui, a Lei das Polaridades nos ajuda a perceber que podemos praticar nossa inteligência emocional se quisermos olhar com consciência para toda e qualquer emoção que sentimos. Também, a Lei do Ritmo nos faz perceber que oscilamos entre os polos positivos e negativos, e tá tudo bem! O problema é só reagir, ou omitir-se ou ignorar as emoções e viver dominado por elas. Isso traz sérias consequências em nossas vidas. Trouxe algo positivo este ano?

    Na parte mental: quais padrões de pensamentos predominaram? Aqui, a linguagem é importante; aqui é diálogo, começando com o interno: como eu converso comigo? E, principalmente, eu me ouço? Meu padrão mental é otimista ou pessimista? Eu costumo incluir ou excluir mais (pessoas, situações e contextos)? Sou uma pessoa mais agitada ou mais tranquila? Mais introspectiva ou mais extropectiva? Mais doadora ou mais recebedora? Quais crenças (positivas e negativas) me guiam?

    Na parte espiritual: primeiro, você costuma incluir este campo em sua vida? Se não, consegue perceber que é um ser espiritual? Já se perguntou sobre o sentido da vida? E o sentido da morte? Se você pratica alguma religião, ela tem te feito bem? Você compreende a estrutura e dá significado ao valor dela em sua vida? Você se considera uma pessoa escolhida e especial por fazer parte desta religião? Tua religião inclui ou exclui? Você acredita totalmente em tudo que sua religião diz, faz e representa?

    No nível macrocósmico, pode-se observar a parte pessoal, profissional e de relacionamentos. Na parte pessoal, como eu estou em
    termos de conhecimento: o que aprendi este ano? Consigo fazer uma análise de mundo deste ano (sem fake news)? Quanto eu li, se li? Lembrando que o conhecimento vai além da formalidade escolarizada, da vida acadêmica. E em termos de autoconhecimento: pega o nível microcósmico visto acima e aprofunda ainda mais. Também responda as seguintes perguntas: qual é o sentido da minha vida? Sinto que tenho um propósito? Que sigo uma missão? Eu tenho algum missão de vida?

    Ainda no nível pessoal, posso refletir sobre ajuda: eu consegui ajudar as pessoas? Como? Através do meu trabalho? Doando meu tempo ou meu dinheiro? Fazendo o bem através de emanações positivas, seja com orações e/ou bem dizeres? Ou eu fofoquei, julguei e excluí pessoas de minha vida? O que tudo isso me fez sentir: bem ou mal?

    Na parte profissional, estou me sentindo bem com meu trabalho? Consigo me imaginar neste trabalho por quanto tempo ainda? Gosto do que faço? Gosto dos meus colegas de trabalho? Se estou sem trabalhar, o que realmente aprendi com essa experiência? Sei que tipo de trabalho gosto/quero/posso fazer? Trabalho por dinheiro ou por prazer, ou ambos?

    No lado de relacionamentos: aqui, podemos analisar os relacionamentos interpessoais e amorosos. Amigos, família, namoro/casamento me fazem bem? Eu me sinto pertencendo aos grupos dos quais faço parte? Isso tudo me faz bem? Eu consigo perdoar as pessoas que me fizeram algo ruim? Quais relações pretendo levar para o próximo ano? Quais relações quero transformar ou me afastar?

    Eu estou satisfeita/o com as autoanálises que fiz acima? O que posso fazer pra consertar alguma coisa? É possível ainda? Consigo olhar de forma grata a tudo que vivi em 2022? Que emoções me moveram nesta análise? Se fosse olhar mês a mês, quais foram os ápices positivos e negativos de cada um?

    Quanto ao planejamento para 2023: projetar tudo isso detalhadamente para o ano, com metas e prazos, dadas as especificidades de cada área e as reais possibilidades que temos em mãos. Lembre-se de assumir a responsabilidade sobre sua própria vida. Seja feliz!

    Referências: O Caibalion.

  • Outubro e as relações com o Outro

    Eu e Alexandre pós-almoço de aniversário, 2022.

    Celebrar a vida, creio eu, é um dos pontos em comum que existe em qualquer cultura. E ter a oportunidade de viver é um grande presente a todo ser. Comemorar mais uma primavera é algo que sempre me inspira e faz emanar amor por todos os meus poros, em todos os níveis.

    Pra mim, comemorar o aniversário sempre foi sinônimo de coletividade, de juntar as pessoas que amo e degustar o prazer em todas as suas variáveis. É claro que, nem sempre dá pra reunir todo mundo, e, por muito tempo até, eu ficava bastante chateada quando algumas pessoas não compareciam ou enviavam suas felicitações – só que aprendi que as interpretações de mundo são sempre o “nosso túnel de realidade”, logo, há no mínimo dois túneis envolvidos neste assunto: o meu, que quer a pessoa por perto e valoriza a data; e o da outra pessoa, que talvez não veja isso como algo tão importante – e tá tudo certo, afinal de contas, “toda verdade é uma meia verdade”.

    Por outro lado, sempre foi muito gostoso perceber o quanto várias pessoas, especialmente neste dia, me trazem suas melhores vibrações – e não necessariamente em presença física -, e tornam o meu dia uma potência gigantesca de amor fraterno!

    Então, entra em ação a tal da gratidão, por ter a sorte de conhecer tanta gente maravilhosa e manter a reciprocidade do amor amigo enquanto chama flamejante. Amizades que, independentemente do tempo e do espaço, se fortalecem ainda mais em momentos assim. Amizades que me fazem lembrar o quanto a vida além do mundo virtual ainda é a principal forma de viver. Amizades que me ensinam “a beleza de ser uma eterna aprendiz”.

    Acredito que intuitivamente eu sempre soube que o caminho da transformação é o Amor, em todas as suas manifestações. E é através das amizades, principalmente, que descobri que as diferenças são dádivas a serem agradecidas. Tenho tantas amizades de diferentes seres que, muitas vezes, me pergunto o quanto eu sou a normalzinha do rolê.

    Além disso, a beleza entrelaçada nestes diversos modos de se relacionar me faz ver o quanto tudo vai se encaixando: é uma flor que chega para enfeitar a mesa, uns salgadinhos recebidos aleatoriamente no ônibus, uma videochamada com a família que me faz gargalhar de felicidade; e tudo isso vai pintando um quadro de risos e alegrias distribuidas ao longo de horas despretensiosas, onde podemos ser nós mesmos diante da cumplicidade de sermos amados e aceitos, desconstruída ou reconstruída enquanto uma nova mulher.

    É só por isso, e por tudo isso, que gosto de dizer que amo celebrar meus aniversários, pois o amor está nas relações que tenho e que me constroem, e me tornam cada dia mais uma pessoa mais agradável de se conviver.

    Gratidão, vida, pelos trinta e oito anos de busca do Amor! Creio que estou indo pelo caminho certo…

  • Precisamos falar sobre espiritualidade

    Provavelmente, você já ouviu falar sobre a inteligência emocional, mas sobre a inteligência espiritual, conhece algo? O próprio termo “espiritualidade” não desperta muito interesse na maioria das pessoas, ainda.  Isso ocorre pelo fato de associarmos a espiritualidade apenas a uma prática religiosa.

    Inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde todos teremos que lidar com nossa espiritualidade, independentemente de religião. E aqui fala uma ex-cética que chegou ao ponto de pensar que nada existia além da matéria. Mas que bom que sempre podemos mudar de opinião e, principalmente, aprender através de estudos e leituras, se assim quisermos.

    A espiritualidade é algo inato em nós, e há séculos diversos estudiosos  falam a seu respeito. Alguns, de forma cética e puramente racional; outros, um pouco mais abertos ao interdimensional e para além do físico. Ela traz em nós um poder oculto que ignoramos porque estamos em modo inconsciente de vida, mas quando começamos a trazê-la para a luz de nossa consciência percebemos o quanto somos seres mediúnicos e interdimensionais.

    A forma como nós, ocidentais, lidamos com a espiritualidade implica na visão de mundo que temos a partir de um paradigma. Este que vai se formando a partir do conjunto de crenças a respeito do que se vive, do que se cogita ser a vida, e que nos guia o tempo todo em todas as decisões e atitudes que tomamos.

    Você já se perguntou “de onde veio, para onde vai e o que está fazendo aqui”? Essas perguntas são cruciais para que possamos compreender nossa passagem pela escola da vida. Nesse sentido, a espiritualidade está diretamente relacionada com a existência. Por isso, o autoconhecimento e o estudo sobre como funciona o Universo e as leis que o regem são a base para nossa jornada de aprendizados. 

    Estudos apontam que as pessoas que desenvolvem sua espiritualidade lidam melhor com as adversidades em todos os âmbitos (veja a notícia aqui). Aos poucos, e através do autoconhecimento vamos lidando melhor com nossos pensamentos, emoções e isso refletirá em nossa qualidade de vida. Com o tempo, aprendemos a elevar nossa frequência vibracional e nos tornamos mais amorosos.

    Se você já cuida da sua espiritualidade através de práticas religiosas, continue se expandindo e não deixe se limitar por questões dogmáticas. Se pretende estudar de forma autônoma, dentre as experiências que tive recomendo as aulas e livros do professor Hélio Couto; os conteúdos e cursos maravilhosos da Círculo Escola Filosófica e da Quantum Academy; o estudo dos arquétipos com o canal Artétipos; as leis herméticas, com a May Andrade; e como bônus para ajudar nesta jornada, indico fortemente que se torne reikiano, porque, não por acaso, o primeiro nível do reiki se chama “O despertar”.

    Uma bela jornada para nós!