Categoria: autoconhecimento

  • Tratamentos coletivos especiais de Reiki e Karuna em 2022

     Este ano optei por apresentar serviços coletivos inspirados na Jornada de Gratidão e Reiki, na Jornada do Equilíbrio e no Black Friday Terapêutico que realizei em 2021, pois os resultados das pessoas que participaram foram muito significativos. Assim, criei o Fevereiro e Março Terapêutico, que irão se repetir em Maio e Junho; Agosto e Setembro; e Novembro e Dezembro.

    A proposta é levar o bem-estar que as terapias reiki, karuna e ho’oponopono nos trazem a um nível mais profundo, aliando-as à inteligência emocional através do trabalho com temas relacionados aos sete chacras principais, observados de forma individual semanalmente. 

    As terapias reiki e karuna equilibram e harmonizam nossos campos físico, emocional, mental e espiritual, o que, por consequência, refletirá em diferentes aspectos da nossa vida: nosso sono melhora; nossa mente se foca; começamos a reparar em coisas que não víamos e que podem fazer toda a diferença para a qualidade de nossa vida; sentimos e  temos mais emoções e pensamentos positivos, entre outras características.

    Infelizmente, percebo três principais questões que podem atrapalhar um tratamento terapêutico energético/holístico com reiki: 

    1) com a popularização do reiki no Ocidente houve uma certa banalização do método, e as pessoas só querem recebê-lo para o relaxamento instantâneo (o que não está errado), mas sem aprofundar-se em um tratamento mais efetivo. 

    2) devido a maioria dos efeitos serem mais sutis, por falta de consciência e autoconhecimento, a pessoa pensa que o reiki não funciona para ela. 

    3) por diferentes motivos, muitas pessoas ainda acreditam que devem usufruir da terapia reiki somente de forma gratuita; ou não a valorizam justamente por a receberem gratuitamente.

    Ora, para a primeira questão acredito que vivemos numa “cultura de fast food” em que queremos resultados rápidos sem nenhum esforço de nossa parte. Nesta lógica, o reiki ficou conhecido por ser uma terapia que pode ser “usada um pouquinho e só agora”: “ah, eu quero um reiki pra relaxar já!”; e assim a pessoa não se permite acessá-lo por vias mais aprofundadas além do resultado físico imediato.

    No segundo ponto, o fato de desconhecermos o alcance de atuação destas terapias energéticas pode nos fazer, equivocadamente, achar que não funcionou. Aliado a isso, uma mente puramente racional e materialista, muitas vezes, não se abre para compreender o invisível não aceitando a existência de nossos corpos sutis que envolvem o campo emocional, mental e espiritual. Já existem diversos estudos nacionais e internacionais que comprovam a eficácia do reiki, e deve-se frisar que a base da técnica são os símbolos, que “São instrumentos vibracionais para a captação, intercessão e restauração da Energia Primordial Cósmica” (DE’ CARLI, 2017, p. 327 ). Logo, se a pessoa não é devidamente sintonizada por um mestre habilitado, os símbolos, aí sim, não funcionam.

    Quanto ao terceiro caso, vale esclarecer que a energia reiki é gratuita e está disponível de forma ilimitada, pois é da energia cósmica primordial do Universo que estamos falando. Já o fato de receber uma sessão de reiki de um terapeuta envolve uma troca para além da prestação de serviços: trata-se de valorizar o conhecimento e aprendizado que aquele oferece ao fazer um atendimento ou um trabalho coletivo. Creio que, por desinformação e por crenças limitantes, as pessoas ainda confundem muito estas questões relacionadas ao dinheiro. Por outra via, muitos reikianos enviam a energia reiki de forma solidária e gratuita através das redes sociais (o que é fantástico, e eu também faço), mas muitas pessoas acabam não dando o real valor que o envio desta energia tem, de fato. Contudo, isso não é exclusivo do reiki, pois temos à nossa disposição inúmeros conteúdos e materiais gratuitos na internet, porém, a maioria de nós ainda fica no superficial a respeito das informações compartilhadas em rede.

    Também, é óbvio que se a pessoa não quer receber reiki, ela não é obrigada, pois o livre arbítrio é um direito de cada um. Todavia, cada vez mais estas terapias estão se difundindo no mundo. Inclusive, o reiki já é reconhecido como profissão no Brasil e está disponível em alguns locais de forma gratuita através do SUS – Sistema Único de Saúde. 

    Voltando aos trabalhos terapêuticos do ano, a dobradinha de dois meses seguidos irá totalizar oito sessões no total (quatro ao mês), podendo falar por si só. Além do envio, são elaborados materiais exclusivos que complementam e transmitem conhecimentos sobre os sete chacras, que compõem uma parte essencial de nosso campo energético e estão relacionados a emoções, padrões de pensamentos e doenças específicas (baixe meu e-book “Como o reiki pode me ajudar” para saber mais). Nos dias e horários marcados, há orientação por áudios no grupo de WhatsApp, além de dicas de autoanálise durante a jornada.

    Durante as sessões, todos os chacras são harmonizados, e semanalmente trataremos de emoções específicas relacionadas ao chacra em questão, o que nos faz observar os aspectos mentais e emocionais envolvidos sobre cada um deles.

    A pessoa não tem a obrigatoriedade de fazer os dois meses seguidos, mas se o fizer irá receber de bônus um envio de reiki para relacionamentos, pois sim, é possível tratar uma relação conturbada com a energia do amor incondicional. 

    Os horários de envios serão sempre nas segundas-feiras às 21h, porém, se a pessoa não puder estar conectada neste horário, poderá fazê-lo assim que puder, pois a programação é feita para ser ‘a partir deste horário’. Assim, quando estiver pronta, poderá ouvir a meditação do dia, deitar e relaxar para se conectar à energia enviada. 

    Outra vantagem deste trabalho é que, ao intencionarmos trabalhar em conjunto, uma egrégora de Luz se forma para ancorar e potencializar a energia. Estaremos todos na mesma jornada, embora cada pessoa possa sentir de forma diferente, pois as energias reiki e karuna são consideradas energias inteligentes. 

    E o último detalhe, mas não menos importante, é que ao fazer um trabalho coletivo desta forma é possível oferecê-lo a um preço mais acessível. E deixo aqui registrado que pretendo, a depender do número de participantes, diminuir ainda mais o valor* de cada sessão terapêutica, objetivando levar ao maior número de pessoas possível.

    Então, quer dar a si mesmo momentos de amor e autocuidado? Participe das jornadas terapêuticas deste ano e ajude a divulgar para aquelas pessoas que se interessam em cuidar da sua energia vital. Fique atento aos calendários e bom proveito!

     

  • Desaguando as emoções através de reiki e poesia

    “Reiki: mágoa é má água dentro do corpo”

    (Letrux, 2021)

    Muitas artistas possuem o dom de performatizar as emoções humanas em suas infinitas nuances de um modo singular. Seja pela música, pela poesia ou pela estética audiovisual, entramos rapidamente no modo rapport com pessoas como Letrux, porque nos identificamos com a eterna efemeridade do desejo retratado em sua arte.

    Desde que vi seu primeiro show num festival que frequentei por 11 anos, o Psicodália, fiquei encantada com sua estética vitalizante. Era uma mulher poderosa falando sobre astrologia, reiki e meditação, além dos já óbvios meios de mitigação humana como lisérgicos, álcool e as paixões incoerentes que nos levam ao abismo.

    Ganhei de presente de uma amiga, igualmente artista, seu livro intitulado “Tudo que já nadei” (LETRUX, 2021), que é um convite a mergulhar nas emoções que acompanham a ressaca, as marolinhas e o quebra-mar, seja do mar real ou do mar da vida (qual é mais verdadeiro?), essa onda que nos leva e traz para dentro de nós mesmas em busca da fusão com a Onda Primordial Cósmica do Universo. 

    A ressaca do mar pode causar estragos gigantescos com suas ondas fortes; já uma ressaca de álcool exige muita água para a hidratação do corpo. As marolinhas do mar, pequenas ondas vistas como insignificantes mas que, juntas, podem se transformar em tsunamis que, por sua vez, exigirão de nós quebra-mares fortes o suficiente para resistir ao ‘tranco’ para lidar com tudo isso ao olharmos para elas, as ondas de emoções.

    No livro, a parte da ressaca é composta por textos em prosa, quase crônicas do dia a dia de uma artista foragida do mar em meio a uma pandemia, precisando materializar em palavras sua fuga pânica de desejo pela água salgada. O quebra-mar é composto de odes ondulantes que relembram as sensações marítimas e todo o romance que ela sente estando na mesma água salgada, sua salva-vidas. Já as marolinhas são pequenos versos que, de tão profundos, deixam as páginas em branco e uma interrogação por dias em nossas cabeças: será que somos como como peixes dentro do mar? Serei aquele peixe que fala “eu não acredito em água!”; ou aquele outro, que diz “eu só ouvi falar, mas nem sei se essa tal de água existe”?

    Seja em verso ou em prosa, são tantas as palavras combinadas ao bel prazer de Letrux que fico até com ciúmes dessa relação tão linda e potente que ela tem com o mar e com a água em suas diferentes formas transmutadas em poesia! Fico sem saber quais escolher para mostrar a vocês, por isso recomendo que leiam e escolham as suas favoritas. 

    De minha parte, ainda estou aqui digerindo e sentindo o livro, que me acompanhou nas viagens de ônibus em 2021 quando precisei ir dar aulas, ou fazer de conta que, em meio a uma pandemia. Retornei a ele agora, já na enésima onda de covid-19 que, porventura, chegou em nossa casa nos últimos dias. Ainda bem que já com a terceira dose, ainda bem que com reiki diário, ainda bem que vibrando bem alto pra garantir uma imunidade forte. Ainda bem que “estou cada vez mais consciente onde dá e onde não dá pé” (p. 86).

    Mas voltemos à composição do livro, que é pura água – líquida, salgada, gasosa, solidificada no corpo, que precisa dela para não se afogar em lama tóxica de sentimentos mal-resolvidos. Entre os quatro  principais elementos estudados desde a Antiguidade, a água é o elemento associado ao nosso corpo emocional. Como não existem acasos, o planeta Terra possui cerca de 70% de água, e o corpo humano adulto possui, ora, vejam só, a mesma porcentagem de H2O. “O que está em cima é como o que está embaixo”, já disse O Caibalion. Nessa lógica, é importante observar o quanto nossas emoções são importantes de serem vistas e acolhidas, pois “se todo dia tu chora aí ainda tem história ou tá na hora de ir embora” (p. 143). 

    Num planeta onde os homens foram ensinados a não chorar porque seria sinal de fraqueza, as mulheres foram compelidas a acreditarem que, para se tornarem fortes, também deveriam esconder suas emoções, principalmente de si mesmas. E o resultado disso é que temos uma sociedade cada vez mais doente da alma, pois as emoções e os pensamentos – aqui já é outro departamento, mas não deixa de estar intrincado naquele – possuem um papel primordial na nossa saúde integral, mas principalmente no nosso bem-estar, que é estar bem, de fato.

    Por muitos anos, sem saber, usei a poesia como um modo de recalcar minhas emoções. Que bela inocente eu fui, pois a poesia é pura emoção, sempre! Mesmo aquelas que falam “só” sobre coisas aparentemente materiais. Quando entrei para o mundo das “coisas místicas”, como dizem por aí, foi o reiki (rei – energia cósmica universal + ki – energia vital individual) que me fez, e faz todos dia, desaguar em emoções as mais diversas. Confesso que sigo enfrentando minhas ressacas, marolinhas e fazendo-me quebra-mar deste mar da vida, e que fico muito feliz quando leio textos como os de Letrux, que me fazem navegar neste oceano de linguagem que, ao fim e ao cabo, é tudo o que há de mais real na relatividade cósmica vigente.

    Letrux me lembra muito o nosso planeta, pois sendo do elemento Terra em seus três planetas principais, pelo viés da astrologia, precisa cada vez mais se derramar em água para ser vida (bem servida), e “que por isso mesmo precisa mergulhar, mergulhar muito, repete & reforça” (p. 101). E que bom que ela nos traz essas confissões em livro-vida, que é quase uma água-viva de Clarice! 

    Estamos todas no mesmo barco, digo, precisamos aprender sempre e cada dia mais a mergulhar, mesmo eu, aquela que sequer sabe nadar, já que algumas de nós não estão mais no barco, as mais ousadas. Por tudo isso, digo que bom que eu tenho o reiki e a poesia à minha disposição para me ajudar na natação cotidiana das emoções ordinárias que me movem e me comovem, principalmente quando penso no mar de gente que já passou por aqui e se foi, seja por vírus, egoísmo ou fúria humana. 

    Então, sigamos o exemplo de Letrux, que nos diz: “eu fico bêbada no mar e só vou embora quando ele fecha” (p. 110). Vamos nos embriagar do mar da vida, com todas as suas ressacas, marolas e tsunamis emocionais ao nosso dispor enquanto houver um pingo de vontade de viver. E não esqueçamos dos coletes salva-vidas, que podem ser poesia, reiki ou o que quer que emane Amor!



    Referência:
    LETRUX: Tudo o que já nadei: ressaca, quebra-mar e marolinha. São Paulo: Planeta, 2021.

  • O que você está sentindo agora é o que irá receber de volta!

    “Aquilo a que você está dando atenção fará com que emita uma vibração. 

    Essas vibrações correspondem ao seu pedido. 

    Aqui se encontra seu ponto de atração”.

    (HICKS, 2016, p. 44)




    No atual estágio em que a humanidade se encontra, as emoções primárias de raiva, medo e tristeza predominam. Com o tempo, elas se transformam em sentimentos profundos que, em sua grande maioria, vibram baixíssimos. E tudo isso afeta nosso campo eletromagnético de forma individual e coletiva, já que estamos todos “no mesmo barco” ou “na mesma onda”. 

    “Tudo é energia”! Provavelmente você já ouviu isso inúmeras vezes e pode ignorar e até esnobar essa frase, que expressa uma verdade científica simples e, ao mesmo tempo, transcendental. Assim sendo, enquanto não tomarmos consciência de que, de fato, as leis físicas e as universais incidem diretamente sobre nossos corpos e nossas vidas, continuaremos vivendo no modo reativo e inconsciente. Já existem até aparelhos que medem em hertz as nossas emoções e até pensamentos, sabia?

    “O mundo invisível rege o visível”. Isso significa que nossos pensamentos, emoções e sentimentos nos afetam de tal forma que somos cocriadores de nossa realidade. Mas é muito difícil assumirmos que somos cocriadores porque “nossa vida está péssima”; “esse país não tem jeito”; “o mundo é um lugar ruim”; “essa maldita pandemia não acaba” etc. 

    Então, eu te pergunto: o que você está sentindo agora, neste exato momento em que me lê? Talvez esteja lendo e discordando de meus argumentos, e por isso, sentindo até um pouco de raiva: “esse povo místico não sabe o que fala!”. Ou pode ler e se perguntar: “mas o que isso significa, afinal?”. Para a primeira opção, eu te entendo, até porque também já estive neste lugar. E para a segunda opção, tenho uma possível resposta, mas existem diversos livros e pesquisas sobre o tema. Resumidamente, “isso significa” dizer que chegou a hora de você assumir o protagonismo de sua vida!

    Gosto do estilo amoroso e incentivador dos Abraham-Hicks ao nos dizer que “a criação de sua experiência de vida depende certamente só de você. Você jamais gostou que alguém lhe dissesse o que fazer”, ou seja, “a base para a sua vida é a liberdade total” (HICKS, 2016, p. 36). Como estamos na Era de Aquarius, cuja característica é “ser livre” e pensar em prol da coletividade, essas afirmações caem perfeitamente bem a nós, “seres livres” que julgamos ser.

    Contudo, liberdade exige responsabilidade. E responsabilidade exige agir e assumir o controle da situação. Mas não é por acaso que a grande maioria da população mundial ou está depressiva ou está ansiosa, pois não “sabemos o que fazer com essa tal liberdade”. Infelizmente, estamos despertando através da dor, porque ignoramos as mensagens sutis e amorosas que pairam sobre a humanidade desde o princípio. Penso que até somos um pouco sádicos e um pouco masoquistas, pois gostamos de “expor nossas feridas” e adoramos berrar aos quatro cantos que “não é nossa culpa”. 

    Olhar para nossa vida e ver que ela não está como gostaríamos nos dá uma sensação de incapacidade e de sermos vítimas do destino. Entretanto, não é dessa forma que as coisas precisam ser. Despertar nos exige coragem. E assim é porque o ego detesta ser contrariado. Faz parte! 

    O caminho para entendermos que somos co-criadores de nossa realidade está em olharmos para nossas emoções e sentimentos, pois os pensamentos são acompanhados de emoções, que colapsam a função de onda, quer dizer, materializam-se. Assim sendo, não adianta dizer “eu quero ser rica” se a emoção está vibrando em escassez, em dívidas etc.; “eu quero um namorado” e a emoção está vibrando em padrões emocionais baixos de falta de amor próprio, logo, aparecem as tais “tranqueiras”. Eu sei, eu sei! Dói mesmo, e é muito mais fácil dizer “dane-se todas essas bobagens!”.

    Porém, algumas vezes é bom ler/ouvir uma mensagem mais cáustica para dar uma acordada do nosso mundo trágico ou da doce ilusão cor-de-rosa. Quais caminhos são possíveis para tomarmos consciência? Autoconhecimento, cuidar da nossa energia e praticar o bem, para si e para o próximo. Todas as religiões pregam um pouco disso, e no fundo você sabe que a solução é o amor. Mas, “ai, amar o presidente?! Aí já é demais, né?!”. 

    Calma! Acalme teu coração e dê um passo de cada vez. Comece aprendendo a se amar, de fato. Comece cuidando da sua energia e estudando como o mundo funciona. Há muito material gratuito disponível na rede porque, sim, a internet é muito mais que redes sociais, memes e gatinhos fofinhos. 

    Recomendo conhecer trabalhos sérios, como do professor Hélio Couto, do Círculo Escola, conhecer as leis herméticas e receber terapias holísticas, que são ótimas aliadas durante esse processo, que não é fácil, mas certamente é recompensador. O resto a gente vai descobrindo no caminho.

    Beijos no coração de vocês!

    REFERÊNCIAS:

    HICKS, Ester. Peça e será atendido: aprendendo a manifestar seus desejos. Tradução de Marilena Moraes, Regina da Veiga Pereira e Rosane Neves. Rio de Janeiro: Sextante, 2016.

  • Como controlar a ansiedade durante as provas de vestibular?

    Poderíamos dizer que essa é a pergunta-chave para todas as pessoas que se preparam durante muito tempo, às vezes até anos, para realizar dois ou três dias de maratona de provas intensas com o objetivo óbvio de passarem no curso escolhido e, desse modo, garantirem seu “futuro profissional”. 

    Estudos realizados em 2020 comprovam que “41,4% dos jovens em fase pré-vestibular desenvolvem transtorno de ansiedade generalizada – TAG , com sintomas de ansiedade, preocupação excessiva e dificuldade de concentração”, sem contar aquelas pessoas que apresentam transtornos depressivos em decorrência dos estudos (Leia mais em Guia do Estudante, 2021).

    A grande questão é a seguinte: é possível estar relaxado durante as várias horas de provas? Eu tenho uma boa notícia: sim, com a terapia reiki você pode conseguir este e outros benefícios, exceto o milagre de te fazer passar se não estudou! Além disso, você pode aprender exercícios de respiração consciente, ter uma alimentação adequada e um sono reparador, pois esses hábitos fazem parte dos cuidados que podem ajudar antes e durante o período das provas.

    Ansiedade, preocupação, impaciência, raiva, competitividade e medo são as principais emoções que permeiam o dia a dia de uma pessoa que está se preparando para vestibular ou para concursos públicos. E quando as datas dos exames estão chegando, o quadro pode generalizar. 

    Em primeiro lugar, é preciso reconhecer e assumir o que estamos sentindo, olhando para nós mesmos com inteligência emocional. Em seguida, se for o caso, podemos buscar ajuda profissional. Existem psicólogos e programas especialistas para essa fase de orientação de carreira, e alguns atendem gratuitamente. 

    O ato de estudar é um grande desafio para a maioria de nós. Durante minha formação em licenciatura, discuti inúmeras vezes com colegas as formas como as provas e escolhas seletivas para entrada nas universidades ocorrem; o que pode ser cansativo, causar muita pressão e decidir o rumo da vida de uma pessoa em poucos dias. Eu mesma fiz quatro ou cinco vestibulares para medicina na época em que não tinham cotas, e me sentia “um zero à esquerda” após cada prova que fazia e não passava. Mas o fato é que temos esta realidade e devemos usá-la a nosso favor, não é mesmo? 

    Geralmente, a pessoa em fase de escolher seu futuro profissional está entre seus 17 a 20 e poucos anos, um período em que, convenhamos, ainda estamos aprendendo a lidar com nossos hormônios e toda a estratosfera da sexualidade em nossas vidas, cujos tabus nos desnorteiam. E, em meio a esse turbilhão de sentimentos e emoções, ainda temos que decidir nossa profissão! 

    Precisamos aprender a lidar com os momentos de tensão e estresse, além de saber o que realmente ressoa com nosso coração, já que pode acontecer de a pessoa escolher um curso porque sua família assim quer, mas ela não sente amor por aquele curso. Pesquisar antes sobre a realidade acadêmica e profissional das diversas áreas podem ajudar numa escolha consciente. 

    Uma dica, também, é conversar consigo: escolher um lugar tranquilo em que possa estar sozinho, fechar os olhos, respirar fundo e se imaginar vivendo naquela profissão: isso te deixa feliz ou triste? Qual é a sensação que seu corpo desperta quando está trabalhando? Tem um calorzinho no coração ou não? Quais benefícios, além do dinheiro, que a profissão traz a você? Você se imagina por anos e anos naquela rotina? E ainda, você se imagina estudando, no mínimo, quatro anos para se formar naquela área?

    Se você, que me lê agora, é uma pessoa que irá prestar vestibular para determinado curso e não tem certeza se é isso que quer pra sua vida toda, não se sinta só. Existem várias pessoas no mesmo barco contigo! E digo mais, faça a prova para o curso escolhido agora e se não gostar, você pode, sim, mudar de ideia! Vestibular não é um fim em si mesmo. Há muita vida e muitas opções para além dele.

    Estudar é como um trabalho. Você precisa ter disciplina, foco e atenção para chegar a um objetivo, e esse deve ser claro para que não desista no meio do caminho. Mas durante o processo, a gangorra das emoções não vai te abandonar. Você vai ter dias bons, e outros nem tanto. Quem sabe você acorde num dia a mil, pensando que sua vida será toda maravilhosa naquele curso X; e, de repente, no outro dia você se pergunta: “o que é que eu tô fazendo da minha vida?”. Faz parte do processo.

    Por isso, também é importante trabalhar a sua inteligência emocional. Eu sei que agora você deve estar me achando totalmente sem noção ao dizer que precisa se conhecer melhor, aprender a relaxar e, principalmente, a respirar de forma consciente, mas tudo isso já foi cientificamente comprovado que traz melhoras para todas as áreas da nossa vida. E pode fazer toda a diferença na hora da prova também, viu?!

    Então, chega o dia D: as provas do vestibular. Aqui temos, geralmente, dois cenários possíveis: 

    1º) Você estudou, se preparou, mas não consegue dormir porque está se sentindo ansioso. Durante a prova, sua concentração se dispersa porque a insegurança e a competitividade do processo seletivo fazem com que se sinta assim. Estes detalhes podem influenciar na qualidade de sua prova. 

    2º) Você não estudou e vai fazer a prova, já que pagou, e talvez muitas pessoas ao seu redor estejam te pressionando para saber o resultado. Pode ser que você faça de conta que está tudo certo, que vai arrasar na prova mesmo sem estudar o suficiente. Mas ao sair de lá – quando estiver só consigo mesmo – vai se culpar porque não fez o que deveria. Já passei por ambas as experiências, e nenhuma delas é agradável.

    Uma terceira via é que, com planejamento, dedicação e confiança você se sente mais preparado para aquele momento porque sabe que estudar é um processo, e seu desempenho durante as provas não são uma verdade imutável a respeito da sua inteligência ou competência. Pode ser que você saiba muito dos conteúdos, mas por questões como a ansiedade tenha sua qualidade de concentração reduzida. E pode ser, também, que você precise aprender a se dedicar mais e encarar os estudos com mais responsabilidade.

    Mas se o seu caso é querer ajuda para o momento da prova, a terapia reiki tem surtido bons efeitos em pessoas que a recebem durante o horário das provas em si. Isso porque a energia primordial cósmica canalizada através dos símbolos sintoniza com a energia vital da pessoa, trazendo um relaxamento e bem-estar imediatos, além da concentração e foco. Ao energizar os sete chacras principais, as glândulas a eles relacionadas ativam os hormônios necessários, transmitindo à pessoa uma sensação de tranquilidade e leveza, mesmo em momentos de tensão, como é durante uma prova. Quer saber mais sobre como o reiki pode te ajudar neste e em outros momentos? Baixe aqui o e-book grátis sobre o assunto.

    É claro que você precisa estar preparado para aquele momento, conforme dissemos ao longo do texto. Também,  já é comprovado que não adianta nada querer estudar tudo em cima da hora, mas é uma escolha sua. Caso queira experimentar os benefícios de receber reiki durante suas provas do vestibular, entre em contato comigo e aproveite o desconto  para os vestibulandos da UFSC nesta semana.

    Carla Mello – Consultora de escrita, Professora e Terapeuta Holística.

  • Terapia holística funciona mesmo?

    Esta foi uma das perguntas que mais me fiz durante muitos anos desde 2012, quando comecei a fazer tratamentos terapêuticos ditos “alternativos” e complementares. Como sempre digo, as portas se abriram pra mim pelo reiki, mas além deste método muitas outras práticas foram experienciadas e contribuíram para me tornar a pessoa que sou hoje, ou seja, uma terapeuta holística em busca da expansão de consciência.

    Eu era uma pessoa muito cética em relação a qualquer coisa que não fosse “oficial, convencional e cientificamente comprovada”. Porém, um lado meu sempre optou por dar crédito a pensamentos diferentes dos meus. Quem sabe isso tenha a ver com minha tolerância libriana, sempre vendo os dois lados da situação, a justa balança. O bom é que essa flexibilidade me abriu portas e portais em todas as áreas da minha vida.

    Pois bem, voltemos ao caso das terapias holísticas. Conforme contei na minha história com o reiki, eu usufruí por anos de diversas práticas integrativas e complementares oferecidas gratuitamente no Projeto Amanhecer da UFSC. Reiki e florais de Bach foram certamente as mais utilizadas, mas também teve yoga, psicoterapia, hipnose, regressão, meditação, astrologia, arteterapia, aromaterapia, reflexologia, constelação familiar, mindfulness e outras. Foram muitas pessoas maravilhosas que já não lembro os nomes que colaboraram trazendo inúmeros benefícios para minha vida.

    Na época, tudo o que eu queria era me livrar daquelas crises infinitas de ansiedade, portanto, toda e qualquer prática que me dissessem que iria me ajudar eu experimentava, mesmo que minha mente racional duvidasse. E todas elas tiveram suas funcionalidades e resultados, algumas percebidas mais rapidamente, outras sentidas ao longo do caminho, algumas ainda reverberando até hoje. 

    Contudo, atualmente percebo o quanto eu estava numa “zona de conforto” fazendo todas essas terapias mês após mês: eu só queria que elas me trouxessem o alívio que eu precisava para aquele momento; eram elas que deveriam resolver os meus problemas. Mas bastava algum problema maior surgir e pronto, lá estavam de novo as crises de ansiedade, os problemas de respiração, a insônia etc. 

    O fato é que eu estava, ainda, evitando ao máximo olhar para dentro de mim mesma e depositando nas técnicas terapêuticas toda a responsabilidade sobre meus fardos. Por outro lado, de um modo ou de outro todas essas experiências estavam agregando em mim formas de conhecimento e aprendizados que me fizeram dar saltos quânticos no momento em que comecei a me permitir tais mudanças. 

    Mas não foi uma nem duas vezes que me questionei: “ah, mas essa terapia não tá funcionando!”; ou, “este terapeuta não é bom o bastante”. E tenho certeza de que muitas pessoas se identificam com esses pensamentos, pois falamos assim também dos médicos convencionais: “nossa! aquele médico é ruim, pois ele não me curou”.

    O que há por trás disso é a ilusão que alimentamos inconscientemente de que as respostas estarão fora de nós, de que é o outro que deve resolver os meus problemas! E não se trata aqui de isentar os profissionais de suas competências, pois há, sim, diferentes tipos e níveis de conhecimento que as pessoas disponibilizam em seus trabalhos. A grande questão é que se torna muito cômodo evitar fazer a parte que me cabe no processo, não é verdade? Estamos sempre à espera de milagres ou de fórmulas mágicas para resolverem nossos B.Os.

    Obviamente, alguns de nós irão se identificar mais com uma prática do que com outras; mais com uma pessoa terapeuta do que outra, por diversos motivos conscientes ou inconscientes. Todavia, o terapeuta ou o médico é apenas um mediador no nosso processo de cura. A cura é algo mais complexo do que simplesmente fazer um tratamento ou aplicar uma técnica. O tratamento deve, sim, ser feito à risca. As vacinas devem, sim, serem tomadas. Os remédios devem, sim, serem administrados nos devidos horários e período de tempo indicado. 

    Mas assim como não basta tratar apenas dos efeitos, as causas estão mais abaixo da superfície que podemos ou queremos ver. Também não é um caminho muito claro, pois cada pessoa é única e as experiências que eu passei não são as que você passou ou irá passar. 

    Pra mim, é nesta parte que reside a beleza da vida que o Todo nos permite viver neste planeta: cada pessoa sente, vê, ouve e vive a partir de si mesma, única e exclusivamente incorporando a sua assinatura energética em tudo que pensa, sente ou faz. 

    E, se as terapias holísticas funcionam? Ora, sim, elas funcionam, e são o caminho que pavimentam a estrada de nossa conscientização da vida para além do prisma materialista ao qual estamos acostumados. Mas cabe a você, como ser único que é, querer viver isso ou outra experiência que queira. O importante é que viva e encontre o Amor.

    Se você quer saber se posso te ajudar com as terapias holísticas, me envie uma mensagem.


    Carla Mello – Terapeuta Reiki e Psicoterapeuta Holística

  • Janeiro Branco: o que eu tenho a ver com isso?

    “Precisamos resolver nossos monstros secretos, nossas feridas clandestinas, nossa insanidade oculta.” (Michel Foucault) 


    A campanha “Janeiro Branco” foi criada por psicólogos de Uberlândia, Minas Gerais, em 2014, inspirada nas campanhas nacionais como “Outubro Rosa” e “Novembro Azul”, com a finalidade de promover ações como palestras, cursos etc. e difundir uma cultura de saúde mental no país. E em meio a tantos tabus e desinformações em pleno século XXI, esse tema ainda precisa ser melhor compreendido. 
    Quando se fala em saúde mental, é muito provável que venha à memória a loucura e tantos personagens famosos, ou mesmo pessoas próximas a nós, das quais dizemos que “são loucas”, “louquinhas”, “fora da casinha” etc. Muitas pessoas possuem pré-conceitos sobre o tema e ignoram os sinais que estão tendo em relação a algum desequilíbrio no campo mental, porque saúde não se trata apenas de ausência de doença, mas sim de bem-estar e harmonia. 
    Michel Foucault nos fez um favor incrível ao trazer em seu livro a “História da Loucura” uma abordagem que aponta os discursos que se produziram a respeito do tema ao longo dos séculos. E quando se trata de discurso, há sempre alguém que fala algo sobre e a partir das suas experiências e seus próprios pontos de vista, logo, o interlocutor traz as suas visões de mundo sobre aquele tema, resultando em maior ou menor relação DE poder e COM o poder vigente, partindo do seu lugar de fala. 
    Assim sendo, por muito tempo quem tinha o poder de definir sobre sanidade ou insanidade mental era o psiquiatra ou as instituições similares. Mas sabemos que isso trouxe consequências drásticas para as vidas de muitas pessoas, como as internações compulsórias em instituições antigamente conhecidas como “manicômios”, ou as lobotomias que eram utilizadas em quadros de esquizofrenia. Mas a minha intenção aqui não é aprofundar os estudos sobre Foucault nem os estudos sobre “loucura”, pois isso inúmeras pessoas especialistas da área o fizeram, e recomendo fortemente a leitura da própria obra de Foucault para conhecer melhor o panorama geral, ou pesquisar sobre o Hospital Colônia de Barbacena, em MG, só pra se ter uma noção básica do tamanho da complexidade disso tudo. 
    Fato é que a saúde mental vai muito além do binômio loucura versus razão. Vou falar, então, a partir de um olhar holístico que venho estudando nos últimos três anos, pois como já dizia Hipócrates: “mente sã, corpo são”. E as medicinas milenares, como a ayurvédica e a chinesa, sempre estiveram tratando do todo ao invés de apenas as partes, como acontece comumente na medicina ocidental convencional. É preciso tratar as causas em si para eliminar os sintomas (doenças) de uma vez por todas. É preciso tomar consciência para se curar do que quer que seja. 
    Pelo viés holístico, nós temos sete corpos (ou, se preferir, campos), e cada um deles encontra-se ligado a um dos sete principais chacras, esses que são vórtices energéticos localizados ao longo da nossa coluna vertebral e relacionados a glândulas e órgãos específicos. Os três chacras inferiores são ligados ao corpo físico e duplo-etérico (primeiro chacra ou chacra raiz, na base da coluna); ao corpo emocional (segundo chacra ou sexual, abaixo do umbigo); e ao corpo mental (terceiro chacra ou plexo solar, perto do estômago). Os chacras não são visíveis a olho nu, mas quem possui a clarividência desenvolvida consegue enxergá-los, e até mesmo seus pontos de bloqueio. Cada um dos chacras relaciona-se com determinadas emoções, padrões de pensamento e as doenças físicas podem apontar em qual chacra há desequilíbrio. 
    A energia que mantém nossa vitalidade é conhecida como Qi ou Ki (energia vital), e uma parcela dela nos é dada pelas energias de nossos pais, quando na ocasião de nossa concepção, chamada na MTC (Medicina Tradicional Chinesa) de “Jin Qi”; e outra parte dela é adquirida constantemente através da respiração, dos alimentos e bebidas que ingerimos, de um sono reparador, e principalmente de nossos pensamentos e emoções. 
    Tudo o que há é permeado por um campo eletromagnético que emana e atrai energias. Nossos pensamentos e emoções também possuem energia e criam formas invisíveis que se refletem em nossa qualidade de vida, por isso a máxima “semelhante atrai semelhante” foi propagada por Samuel Hahnnemann, criador da homeopatia, mas antes dele as próprias ciências da física e química comprovam isso através de experimentos variados. Saúde e doença, a exemplo da loucura, possuem diferentes olhares e discursos a depender do contexto, da cultura e do período histórico ao qual observamos. Por exemplo, atualmente estamos vivenciando uma pandemia, porém, se a maioria de nós que não teve Covid-19 não significa que não tenhamos tido outras doenças colaterais advindas deste quadro social ou mesmo de outros contextos anteriores. Desse modo, em maior ou menor grau podemos estar saudáveis ou não: perceba como está seu corpo físico, sua alimentação e seu sono? E o seu emocional? E o seu mental? E, ainda, você cuida do espiritual? Você pode dizer que está cem por cento saudável? 
    É importante, também, entender que se estamos com um problema no campo físico é preciso tratarmos o físico; se for emocional, devemos cuidar do lado emocional; e se for mental, devemos nos ater ao campo mental. Obviamente que todos estão interligados e as mudanças que acontecem em um afeta todos os outros, ainda mais em tratamentos holísticos. É por isso que é importante termos um acompanhamento holístico a respeito de nossas dores e doenças, agindo em conjunto com a medicina convencional. 
    Para prevenir doenças, sejam elas físicas, mentais, espirituais ou emocionais devemos cuidar, em primeiro lugar, da nossa energia vital (ki) e seus desdobramentos. Ou seja, autocuidado e autoconhecimento me permitirão saber que tipos de alimentos meu corpo e minha mente precisam, quanto tempo preciso dormir, quais emoções me “tiram” energia, quais pensamentos atrapalham meu sono etc. Além disso, o reiki pode ajudar de maneira eficaz e beneficiar todas as áreas da nossa vida. Saiba mais no meu e-book sobre o tema. 
    Agora, se já estou doente, devo procurar um clínico geral ou psiquiatra, ou psicólogo, e conjuntamente posso optar por fazer um tratamento complementar, integrativo e natural com as terapias holísticas. Mas, nesta dimensão, este último não deverá substituir o primeiro, e sim andar junto daquele; ou ser preventivo para não se chegar àquele, já que pode auxiliar no autoconhecimento e harmonizar seu campo energético alinhando os chacras, a exemplo do já referido reiki, da radiestesia, da cromoterapia etc. 
    A ansiedade e a depressão, dois grandes males deste século, mostram a interconexão dos campos mental e emocional da pessoa, o que exige um tratamento profundo, sério e cuidadoso. Não é “fraqueza” reconhecer que precisa de ajuda. Se você precisa ir ao médico, seja um clínico geral, psicólogo ou psiquiatra, não deixe para amanhã! Faça algo por você mesmo agora. Saúde mental não é mimimi. Peça ajuda, pois você é um ser único no Universo e precisa saber disso! Sua passagem na Terra não é por acaso. 
    Vamos juntos difundir uma cultura de saúde mental e emocional para, assim, construirmos uma sociedade realmente saudável, alegre, fraterna e empática. Que não apenas em janeiro, mas em todos os meses possamos nos colocar na lista de prioridades para o autocuidado. Também, existem diversas opções de atividades que não são terapias, mas são terapêuticas, como ouvir uma música agradável, estar perto da natureza, ter crianças ou animais por perto, meditar, entre outras. Você sabe quais são as suas favoritas? Descubra e aproveite. E não esqueça de respirar! 
    Se você quer saber se posso te ajudar, me envie uma mensagem. 

    Carla Mello – Terapeuta Reiki e Psicoterapeuta Holística
  • Minha história com o reiki

    Olá, eu sou a Carla Mello, terapeuta reiki nível 3-A e mestra em terapia karuna pelo Instituto Brasileiro de Pesquisas e Difusão do Reiki. Eu quero te contar um pouco sobre minha história, como conheci o reiki e como essa terapia transformou a minha vida!

    Eu sempre fui uma pessoa de minha época, do meu tempo. Isso significa dizer que sempre fui extremamente RACIONAL e CÉTICA em relação a qualquer coisa que não pudesse ser explicada pela ciência! Tinha mil objeções e preconceitos sobre o que quer que estivesse fora da esfera científica. Contudo, essa própria esfera científica tinha de ser materialista, é claro.

    Tudo bem que na infância e adolescência tive uma breve experiência legal com duas religiões cristãs, a católica e a evangélica, mas depois disso, por muito tempo, neguei a necessidade de qualquer tipo de crença ou mesmo a existência da espiritualidade. Sempre militei pela vida terrena finita, ou seja, se morre o corpo e a mente, não há mais nada!

    Depois que entrei na universidade, obviamente, o meu nível de racionalidade aumentou ainda mais! Segui carreira acadêmica e, por cerca de 12 anos entre graduação e pós, basicamente atuei como pesquisadora, algo que infelizmente não é muito valorizado em nossa sociedade. Formei-me bacharela e professora de Letras Português pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), além de mestra e doutora em Literatura pela mesma universidade.

    Mas no meio desse caminho, na reta final da graduação, em 2011, cheguei num ponto que ACHEI QUE IRIA MORRER! Fiquei cerca de 4 horas na emergência do Hospital Universitário da UFSC crendo que estava tendo um ataque cardíaco: não conseguia respirar, falar, pensar nem nada! Era o fim da linha pra mim, pensei eu.

    Na minha família sempre soube que há histórico de problemas cardíacos, então, pronto! Achei que iria morrer naquele dia longe da minha família, que mora no interior de SC, e que era isso: acabou-se a vida! Fim de tudo…

    Entretanto, não morri naquele dia e saí de lá com uma experiência profunda que foi a chave da mudança em minha vida desde então. E costumava dizer que não desejava nem aos meus inimigos sentirem aquilo que senti naquela tarde/noite tenebrosa! Porém, a sensação de que iria morrer me fez perceber que há algo “a mais” no meio de toda essa história materialista, científica, visível etc.

    O médico me entregou uma receita de remédio tarja preta e um encaminhamento ao psiquiatra: crise de pânico foi o diagnóstico! Embora acredite e confie na ciência, eu tinha certeza de que não queria usar remédio nem ir ao psiquiatra, pois costumava dizer que quero escolher as drogas que farei uso. Isso no sentido de saber que o termo “droga” vai muito além daquelas conhecidas como “ilícitas”, pois remédio também é um tipo de droga, não esqueçamos!

    E foi na universidade pública que tive o privilégio e a oportunidade de ter acompanhamento psicológico e terapias complementares, donde conheci o reiki. Desde que saí do HU, em dezembro de 2011, decidi que iria começar a olhar pra mim de outra forma, pois de algum modo eu sabia que ficar tomando remédios uma vida toda não iria me curar e não iria resolver, de fato, os meus problemas! Havia algo além daquilo que se apresentava no momento: percebi que eu havia me abandonado e estava acumulando dores na minha alma, para as quais evitava, ao máximo, olhar.

    Como eu disse, tive a oportunidade de ter tratamento gratuito na UFSC, onde conheci o Projeto Amanhecer, composto por terapias e terapeutas maravilhosos que se dedicam a ajudar ao próximo. E foi ali que, mesmo desconfiada das técnicas aplicadas, recebi pela primeira vez o reiki. Lembro da primeira terapeuta que me atendeu, Salete, e do quanto aquele atendimento foi crucial em minha vida! Quando eu recebia reiki conseguia dormir e me acalmava, e aquilo era o céu pra mim! Agradeço todos os dias por ter tido essa oportunidade de conhecer um novo mundo.

    Em 2019, após conhecer diversas terapias e terapeutas que me ajudaram a me cuidar, senti o desejo de me tornar reikiana e, desde então, parece que tudo passou a ter mais sentido, me senti ancorada! Quem é reikiano praticante sabe o quanto essas iniciações mexem com a gente, mas tudo o que eu queria, desde o primeiro nível, era que os 21 dias de autocura acabassem logo pra que eu pudesse compartilhar a energia reiki com todas as pessoas! E comecei a fazer isso com pessoas amigas e familiares, e foi lindo, pois sinto que me deixou ainda mais fortalecida.

    Se você me perguntar se me curei das crises de ansiedade, eu digo que sim porque passei a vê-las de outra forma, pois foram elas que me despertaram para o meu autocuidado. Ficar ansioso é algo natural do ser humano, mas daí a ter a consciência para não deixar essa ansiedade se tornar uma crise de pânico foi o que o reiki – e outras terapias holísticas – me trouxeram de melhor.

    Além disso, é importante mencionar que os tratamentos médicos convencionais são de suma importância e devem ser feitos com seriedade, mas também vejo ser muito melhor complementá-los com algum tratamento holístico porque hoje sei, por experiência própria, que o caminho da cura é, na verdade, um caminho de autoconhecimento que consiste em se olhar e assumir o controle de sua própria vida, de dentro pra fora! O próprio termo cura é bastante complexo e não deve ser banalizado.

    Nós não estamos livres de ficarmos doentes, só que temos o livre arbítrio para acolher nossas dores a fim de nos curarmos ou não. Desde sempre, o poder está em nossas mãos! Vale a pena tentar.

    Quer saber como o reiki pode te ajudar? Baixe o e-book grátis que fiz sobre o tema ou fale comigo!