O inverno chegou e, ao mesmo tempo, a segunda edição do curso de Educação Emocional Aplicada finalizou. Ficamos por 16 semanas olhando para nós e aprendendo a nos reconhecer enquanto protagonistas das histórias de nossas vidas. E na reverberação destes encontros maravilhosos, me nasceu o desejo de escrever um pouco.
Reconhecer a nossa história pode ser assustador, especialmente para quem nunca parou para pensar e olhar para si de forma acolhedora, como é a proposta do curso – e de meus atendimentos terapêuticos. Contudo, uma coisa é certa: a beleza encontrada no final da jornada tem um valor inestimável. Por isso mesmo, na última atividade do curso, há uma proposta desafiadora: elaborar e apresentar uma autobiografia. A apresentação não é obrigatória, mas eu sugiro fortemente que a pessoa ao menos faça essa atividade, pois poderá reviver e contar a sua história de um outro lugar, com amor e empatia!
Olhar para a nossa história e honrar nosso passado, aceitando as partes boas e ruins, é um dos primeiros passos para assumirmos a responsabilidade de sermos nós mesmas, pois, independentemente do que possa acontecer, quando tomamos consciência de quem somos e temos a noção de que podemos fazer algo pela nossa própria vida, passamos a escolher com clareza e amorosidade a fim de atender às nossas necessidades e acolher empaticamente as nossas emoções.
Um ponto comum de muitas pessoas, que percebi recentemente, é que foi durante a pandemia que começaram sua busca pelo autoconhecimento. E elas já podem ter experimentado diversos caminhos para tal: terapia convencional, terapias integrativas/alternativas, tarô, astrologia, trabalhar a espiritualidade com um viés mais religioso, não importa! Depois que cai o primeiro véu do reconhecimento de si, é inevitável seguir adiante.
Porém, muitas vezes, nos sentimos perdidas em meio a tantas informações e não sabemos se estamos fazendo da “melhor” forma. É por isso que ter alguém para trilhar conosco essa jornada, sendo mediadora e nos acompanhando compassivamente, é uma das melhores oportunidades que podemos ter.
Se você está se sentindo estagnada na tua jornada de autoconhecimento e sente que precisa colocar tua vida nos trilhos, há duas opções que te apresento: 1º) faça sua jornada do curso de Educação Emocional Aplicada individualmente; ou 2º) faça comigo como mediadora, com planejamento e acompanhamento semanal.
Venha me contar a tua história de vida! Será um prazer enorme te ouvir e te acolher.
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