Tag: inteligência emocional

  • Por que, em questão de saúde, ainda “é melhor prevenir do que remediar”?

    Inicio o texto fazendo esta pergunta tão conhecida popularmente para que possamos refletir um pouco sobre saúde e doença na contemporaneidade. Obviamente, um breve texto não consegue dar conta da complexidade desses conceitos, todavia, podem nos apontar caminhos para o autocuidado.

    Em 1948, a Organização Mundial de Saúde estabeleceu um conceito norteador do termo saúde cujos parâmetros vão além da ausência de doenças: “é um estado completo de bem-estar físico, mental e social”. Observe a palavra “bem-estar”, que pode nos levar ao universo subjetivo, ou seja, o que seria estar bem, de fato?

    Fisicamente, estar bem pode se relacionar a ter uma alimentação saudável, um sono adequado e o corpo funcionando plenamente – sem dores ou efeitos desagradáveis.

    Nos níveis mental/emocional, estar saudável pode ser medido através de possuir bons pensamentos – que se refletem e retroalimentam os sentimentos e emoções; reconhecer e gerenciar seus pensamentos e emoções; ter resiliência e motivação; dentre outras coisas.

    No nível social, podemos verificar se nossas necessidades básicas são atendidas: moradia, saúde, educação, trabalho, renda, meio ambiente, transporte, qualidade de vida, lazer etc., além de termos relacionamentos interpessoais que nos apoiam.

    Aí complicou, não é mesmo? Se pensarmos apenas em nível nacional sobre as necessidades básicas e de direito social sabemos que muitas pessoas não possuem um “completo bem-estar”.

    E isso pode complicar mais ainda quando vamos para o campo das relações – familiares, amizades, colegas de trabalho e amorosas, que podem ser verdadeiros “campos de guerra”…

    Além disso, a saúde pública no Brasil, embora possua o SUS – Sistema Único de Saúde (que é o maior sistema público e gratuito de assistência em saúde do mundo), possui inúmeros desafios estruturais para atendimentos e tratamentos médicos.

    E a saúde privada não está muito diferente, conforme apontou uma pesquisa de 2018, que mostra que 89% das pessoas avaliam a saúde no país como péssima, ruim ou regular. E é bem provável que estes índices tenham aumentado após a pandemia…

    Portanto, muitas das vezes, se não a maioria, nós não estamos totalmente equilibrados em todos estes campos simultaneamente. Logo, ser saudável pode ser um objetivo constante, o qual dependerá de diversos fatores internos e externos à pessoa.

    Então, como resolver isso? Ora, o contexto social é mais difícil porque abrange sistemas externos a nós. Já as áreas mental, emocional e física estão ao nosso alcance, ou seja, podemos buscar nos prevenir, caso não estejamos no nível de “remediar”.

    Para isso, é preciso fazer escolhas mais conscientes. Por exemplo, se pretendemos evitar chegarmos aos tratamentos médicos convencionais, cujos remédios nos trazem diversos efeitos colaterais nem sempre agradáveis, as terapias holísticas, complementares e integrativas são uma ótima opção de prevenção, a exemplo da terapia reiki, dos florais e da aromaterapia.

    Mas compreenda que este “evitar” não significa que não devemos usufruir dos benefícios alopáticos e da medicina ocidental e suas grandes descobertas. Aliás, a integração de ambos os tratamentos seria o ideal – num “mundo ideal” onde todas as pessoas podem acessar esses bens de direito.

    Embora existam diversas técnicas terapêuticas além das mencionadas acima, o reiki tem se destacado por ser praticamente sem contraindicações. A energia (rei – cósmica + ki – individual) atua de forma sutil em todos os campos da nossa saúde: físico, emocional, mental e espiritual. Fiz um resumo sobre o assunto no e-book gratuito “Como o reiki pode me ajudar?”.

    Em minha experiência pessoal, principalmente no nível mental e emocional, o reiki foi um divisor de águas. E receber uma sessão, seja presencial ou à distância, equivale a encontrar uma parcela desse “bem-estar” através do relaxamento e alívio para dores as mais diversas.

    Experimente você também e previna-se de adoecer. Fale comigo agora mesmo!

  • Afinal, o que é essa história de ser você mesma?

    O inverno chegou e, ao mesmo tempo, a segunda edição do curso de Educação Emocional Aplicada finalizou. Ficamos por 16 semanas olhando para nós e aprendendo a nos reconhecer enquanto protagonistas das histórias de nossas vidas. E na reverberação destes encontros maravilhosos, me nasceu o desejo de escrever um pouco.

    Reconhecer a nossa história pode ser assustador, especialmente para quem nunca parou para pensar e olhar para si de forma acolhedora, como é a proposta do curso – e de meus atendimentos terapêuticos. Contudo, uma coisa é certa: a beleza encontrada no final da jornada tem um valor inestimável. Por isso mesmo, na última atividade do curso, há uma proposta desafiadora: elaborar e apresentar uma autobiografia. A apresentação não é obrigatória, mas eu sugiro fortemente que a pessoa ao menos faça essa atividade, pois poderá reviver e contar a sua história de um outro lugar, com amor e empatia!

    Olhar para a nossa história e honrar nosso passado, aceitando as partes boas e ruins, é um dos primeiros passos para assumirmos a responsabilidade de sermos nós mesmas, pois, independentemente do que possa acontecer, quando tomamos consciência de quem somos e temos a noção de que podemos fazer algo pela nossa própria vida, passamos a escolher com clareza e amorosidade a fim de atender às nossas necessidades e acolher empaticamente as nossas emoções.

    Um ponto comum de muitas pessoas, que percebi recentemente, é que foi durante a pandemia que começaram sua busca pelo autoconhecimento. E elas já podem ter experimentado diversos caminhos para tal: terapia convencional, terapias integrativas/alternativas, tarô, astrologia, trabalhar a espiritualidade com um viés mais religioso, não importa! Depois que cai o primeiro véu do reconhecimento de si, é inevitável seguir adiante.

    Porém, muitas vezes, nos sentimos perdidas em meio a tantas informações e não sabemos se estamos fazendo da “melhor” forma. É por isso que ter alguém para trilhar conosco essa jornada, sendo mediadora e nos acompanhando compassivamente, é uma das melhores oportunidades que podemos ter.

    Se você está se sentindo estagnada na tua jornada de autoconhecimento e sente que precisa colocar tua vida nos trilhos, há duas opções que te apresento: 1º) faça sua jornada do curso de Educação Emocional Aplicada individualmente; ou 2º) faça comigo como mediadora, com planejamento e acompanhamento semanal.

    Venha me contar a tua história de vida! Será um prazer enorme te ouvir e te acolher.

  • O que o futebol me ensinou sobre as emoções

    Desde criancinha assisto futebol, e desde criancinha sou palmeirense. Eu me lembro de ficar aos domingos em frente à televisão para ver o Palmeiras jogar. E essa memória até pareceria uma invenção, caso eu não tivesse vivido essa paixão na pele e na alma.

    Até aqui, normal ser apaixonada por futebol, pois moro num país e vivo sua cultura, como qualquer pessoa. Mas, com o tempo, fui levando essa história tão a sério que, como toda paixão extrema, virei uma fanática!

    Pessoas amigas que conviveram comigo nesta época, que durou bastante tempo, sabiam que não podia passar em frente à TV para não ouvir gritos, e quando o Palmeiras perdia já sabiam que eu ficava mal-humorada por um período.

    Por ser uma das poucas mulheres que assistia futebol, eu tinha um grupo com meninos palmeirenses e íamos pro bar ver os jogos, comemorar ou lamentar, quando perdíamos. Foram momentos bons e, ao mesmo tempo, tensos que vivi.

    Quando cheguei ao ponto de brigar com um colega da época até quase pular nele de tanta raiva durante um jogo, percebi que minha relação com o futebol não estava me fazendo bem.

    Mas daí foram anos até me curar desse vício e escape. Não vou entrar em detalhes mais aprofundados a nível social e psicológico sobre o papel do futebol na sociedade. Para isso, deixo duas dicas para quem quiser saber mais: o livro de Eduardo Galeano, chamado “Futebol ao sol e à sombra”, que me auxiliou a descortinar os bastidores do mundo futebolístico, e o site Observatório social do futebol, que traz dados importantes sobre futebol e sociedade.

    A verdade é que o futebol, para quem se identifica com o esporte, traz à tona nossas emoções com altos níveis de intensidade, e isso pode ser perigoso quando você não tem autorregulação emocional. Não é à toa que muitas mortes já ocorreram neste país durante jogos, principalmente clássicos como Palmeiras e Corinthians.

    Como eu vivia minhas emoções de modo mais ou menos inconsciente, precisei passar um bom tempo afastada do vício até retornar a ele. Lembro que foi em Curitiba que soube, através do meu cunhado, também palmeirense, que o Palmeiras estava na final da Libertadores, em 2021, se não me engano.

    De lá pra cá, retomei minha relação com o futebol de um outro lugar. Aliás, é importante registrar que, antes disso tudo, me casei com um corinthiano, que hoje está muito feliz por ter ganhado o campeonato paulista de 2025 em cima do seu maior rival, quebrando uma sequência de três anos de vitórias e viradas do Verdão.

    E eu me vejo madura ao reconhecer que o Corinthians mereceu, sim, ganhar. E tá tudo bem, a vida continua. Afinal, se não existisse o Corinthians, meu Palmeiras seria menos Palmeiras, pois é nesse tipo de situação que reconheço a Lei das Polaridades, onde os opostos são da mesma natureza.

    Resumindo, o futebol, assim como qualquer esporte, pode nos ajudar a reconhecer, mensurar e regular as nossas emoções, de modo a tornar essa relação saudável e prazerosa. Mas isso só pode ser feito quando trazemos o autorreconhecimento para compreender essa relação com mais clareza.

    E você, me conta, gosta de futebol? Tem alguma história pra compartilhar sobre seu time do coração e suas emoções? Eu adoraria saber.

  • A língua pode ser sua aliada no jogo das emoções*

    Estudar a língua portuguesa é obrigatório nas escolas brasileiras. Contudo, por ser a língua materna dos falantes, há um grande abismo entre a língua falada no dia a dia e a língua estudada nas salas de aulas do país. Além disso, um dos temas mais urgentes que também se relacionam com essa disciplina, embora não seja exclusividade dela, tem a ver com as emoções suscitadas nas pessoas quando vão aprender o português mais formal. E como se não bastasse, temos ainda a ansiedade e a depressão como dois dos principais problemas enfrentados pelos estudantes brasileiros no pós-pandemia.
    Em relação ao ensino de LP ― Língua Portuguesa ― nas escolas, desde antes de me tornar professora, eu já ouvia falar sobre as deficiências e os desafios da área. O último SAEB ― Sistema de Avaliação do Ensino Básico ― traz alguns dados muito interessantes para podermos dimensionar essas referidas deficiências e desafios. Um deles é sobre o INAF ― Indicador de Alfabetismo Funcional, em que destacou-se que 71% da população brasileira, entre 15 a 64 anos, é considerada funcionalmente alfabetizada, entretanto, dentro desse indicador há variações, e o nível considerado proficiente, ou mais alto, é de apenas 12%, “o que significa que são capazes de elaborar textos de diferentes tipos e de interpretar tabelas e gráficos” (SAEB, 2021), número muito aquém do esperado.

    Quanto ao nível de aprendizagem adequado em LP, ou seja, aquela aprendizagem esperada no referido ano de estudo, em todos os estados brasileiros há bastante defasagem, sendo que o estado mais próximo de 50% de adequação é o Ceará, com 48% (SAEB, 2021). Ou seja, os déficits certamente se refletem na escrita, na leitura e interpretação textual não só nas aulas de português, mas em todas as disciplinas e fora do contexto escolar.

    Ainda sobre esse índice, a porcentagem de estudantes de escolas públicas difere bastante em relação aos de escolas privadas: no 9o ano do ensino fundamental, a porcentagem de adequação de LP em escolas privadas é de 70,4% contra 35,9% das escolas públicas; e no terceiro ano do ensino médio, fica em 74,6% nas primeiras e 31% nessas últimas.

    Quanto aos dados sobre ansiedade e depressão, tivemos o agravante da pandemia de covid-19, que fez eclodir os números alarmantes entre crianças e jovens estudantes no país. Apenas no estado de São Paulo, um mapeamento feito pela Secretaria Estadual de Educação mostrou que 69% dos estudantes possuem sintomas de uma das duas doenças citadas, no ano de 2022 (publicado no G1). Além disso, há aquelas emoções relacionadas ao medo, desinteresse e vergonha para aprender em sala de aula.

    Nesse sentido, vejo que o ensino de LP possui um papel bastante opressor que se perpetua e nos desconectam dos estudantes de qualquer idade, renda, raça/cor ou localidade. Foi pensando na junção dessas problemáticas que resolvi disponibilizar o curso básico Português com Emoção de forma gratuita. É um curso autogerenciado pela pessoa interessada em reforçar seus conhecimentos e aprendizados de língua portuguesa, além de poder acessar transversalmente o tema da educação emocional, algo tão necessário – e ainda longe da realidade nas escolas brasileiras, especialmente as públicas.

    Obviamente, esse curso não tem a audaciosa pretensão de resolver os problemas emocionais das pessoas, mas sim ajudar a garantir que é possível ressignificar a sua relação com a língua portuguesa, ao mesmo tempo em que busca rememorar temas importantes da área e se reconhecer como sujeito responsável pelo seu processo formativo, pois “estudar é para a vida toda”, seja dentro ou fora da escola formal. Assim sendo, desejo a todas as pessoas dispostas a entrar nessa aventura, uma ótima jornada.

    Referências:
    GOVERNO FEDERAL. Desempenho em língua portuguesa é desafio para os próximos anos. Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/saeb/desempenho-em-lingua-portuguesa-e-desafio-para-proximos-anos. Acesso em 24 jul. 2024.

    ANUÁRIO BRASILEIRO DA EDUCAÇÃO BÁSICA. 10a ed. Disponível em: https://www.moderna.com.br/anuario-educacao-basica/2021/index.html. Acesso em 24 jul. 2024.

    CARRANÇA, Thaís. Crise de saúde mental nas escolas: ‘Alunos estão deprimidos, ansiosos, em luto e faltam psicólogos’. BBC Neus. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2022/08/25/crise-de-saude-mental-nas-escolas-alunos-estao-deprimidos-ansiosos-em-luto-e-faltam-psicologos.ghtml. Acesso em 24 jul. 2024.

    *Texto elaborado e disponibilizado no curso Português com Emoção.

  • Quando devo procurar o reiki como tratamento terapêutico?*

    Com a popularização do método Reiki, é bem provável que você já tenha recebido esta energia cósmica canalizada (rei) em algum momento para harmonizar sua energia vital (ki). Também, desde o início da pandemia, diversos reikianos e terapeutas vêm oferecendo envios gratuitos pelas redes sociais. Inclusive, há uma técnica, que já mencionei, na qual a energia Reiki flui diariamente para quem queira recebê-la, bastando apenas repassar dois endereços energéticos ao terapeuta (veja meu vídeo sobre a Técnica da Caixinha de Reiki e, se quiser, me envie seu nome completo e data de nascimento).

    Mas, assim como ser reikiano não implica necessariamente em ser um terapeuta Reiki, receber o Reiki esporadicamente não significa que a pessoa esteja fazendo um tratamento terapêutico. Digo isso porque, inúmeras vezes, as pessoas só querem receber uma ou outra sessão e não dão continuidade ao seu processo de autocuidado.

    Fazer um tratamento holístico deve ser uma escolha consciente porque, assim como todo tratamento terapêutico, a importância da continuidade é crucial para se atingirem resultados. Se a pessoa está disposta a trabalhar sua harmonização energética de forma holística, ou seja, olhando para todas as áreas da sua vida (física, emocional, mental e espiritual), a terapia Reiki é uma ótima opção. Mesmo que já esteja fazendo um tratamento médico ou psiquiátrico, o Reiki servirá como terapia complementar e ajudará no processo de recuperação ou manutenção da saúde integral.

    Desse modo, indico que procure um terapeuta Reiki qualificado para que trabalhe de forma conjunta os seus campos físico, emocional, mental e espiritual, pois, com um acompanhamento profissional, é mais fácil de perceber os passos de autodesenvolvimento. A terapia Reiki é capaz de trazer profundas transformações para as pessoas que estejam dispostas a se conhecerem em todos os níveis.

    Isso não significa, é claro, que, ao receber apenas uma sessão, não pode haver transformações. Sempre há, porque a energia Reiki é uma energia inteligente, já que vem da Fonte Cósmica Universal. E, em uma sessão ocorre o equilíbrio dos chacras, que se reflete no trabalho das glândulas e seus respectivos hormônios, e destes para todos os órgãos do corpo, causando um bem-estar físico, emocional e mental instantâneo. Daí que o Reiki tornou-se tão popular: pelos seus efeitos imediatos no corpo e no humor.

    A diferença é quando se coloca isso numa perspectiva de querer trabalhar o autoconhecimento e desenvolver a inteligência emocional conscientemente, para além de ver o Reiki como apenas uma sessão de relaxamento. Ao fazer esta escolha consciente, a pessoa traz para si a responsabilidade em seu processo de autocuidado, e, aí sim, é possível sentir as mudanças mais profundas na prática.

    Lembrando que jamais as terapias holísticas devem substituir os tratamentos convencionais, mas podem, sim, integrar-se àqueles para a busca do desenvolvimento pessoal em todas as áreas. Se você quer saber mais sobre o Reiki, baixe gratuitamente o e-book “Como o reiki pode me ajudar?” ou fale diretamente comigo.

    *Texto publicado inicialmente no site Eu sem Fronteiras: https://www.eusemfronteiras.com.br/quando-devo-procurar-o-reiki-como-tratamento-terapeutico/

  • Seu 2025 vai ser ‘com emoção’ ou ‘sem emoção’?

    Ao iniciar este texto, no último dia do mês de janeiro, muita coisa já aconteceu na minha vida; algumas novas e outras como consequências do ano de 2024. Imagino que você, que me lê, também já tenha aí boas e más histórias para contar deste ano de 2025.

    O título provocativo que apresento aqui é para nos auxiliar a compreender a importância – cada vez mais gritante – de exercitarmos a nossa inteligência emocional. Embora os termos “inteligência emocional”, “educação emocional”, “habilidades socioemocionais” ou “competências socioemocionais” estejam em voga desde a pandemia de covid-19, nem sempre é fácil lidarmos com nossos sentimentos e emoções e aplicarmos na vida prática os aprendizados, seja no trabalho, nos estudos ou nos relacionamentos, principalmente com nós mesmos.

    Como gosto de trazer embasamento científico, tenho estudado bastante sobre estes temas a fim de agregar aos meus atendimentos e serviços. E, sim, a verdade é que precisamos viver “com emoção”, pois o contrário é impossível! Eis aqui a resposta da pergunta do título.

    Contudo, precisamos amadurecer esse ditado, de preferir a emoção, para a aliarmos às nossas inteligências racional/intelectual e espiritual a fim de fazermos escolhas mais assertivas em nossas vidas. E é juntando tudo isso que surge o conceito de “educação emocional”, definida abaixo:

    “Educação emocional é a possibilidade de adquirir conhecimento, por palavras e ações, que, ao reconhecer o poder das emoções no que concerne à capacidade de nos revelar a nós mesmos, faz com que sejamos pessoas melhores, vivendo uma vida mais plena e consciente” (CASASSUS, 2009 apud ARANTES, 2019 – grifos meus).

    Particularmente, gosto da última parte dessa citação que pontua a finalidade da educação emocional em nossas vidas: fazer com que sejamos pessoas melhores, e isso se conecta ao objetivo maior de estarmos neste planeta: evoluirmos em todos os sentidos. Concorda?

    Ocorre, porém, que as emoções acabam nos dominando de tal forma tão destrutiva que hoje vemos uma sociedade doente em todos os níveis: físico, emocional, mental e espiritual. Passamos séculos focando apenas na razão e ignoramos a potência das outras dimensões, pois a verdade é que somos seres multidimensionais – e isso não é apenas um papo místico, pois a própria ONU já reconhece este termo em se tratando de saúde.

    Portanto, uma das chaves para termos uma vida mais plena é olharmos para nossas emoções, aprender a nomeá-las e gerenciá-las de forma mais produtiva e consciente, pois as emoções existem e nos guiam há séculos. Do contrário, continuaremos mais um ano colocando a culpa de nossas mazelas sempre fora (não é que também não esteja, ok?), mas o trabalho interno deve ser feito urgentemente, se quisermos encontrar paz interior e, especialmente, fazermos as pazes com as nossas benditas emoções.

    E aí, seu 2025 vai ser com emoção? Se a sua resposta é sim, conheça o meu Programa Intensivo de Educação Emocional através da aula magna gratuita e/ou, se preferir, fale comigo para uma consultoria de educação emocional com R$ 100,00 de desconto na primeira sessão.

  • Precisamos falar sobre espiritualidade

    Provavelmente, você já ouviu falar sobre a inteligência emocional, mas sobre a inteligência espiritual, conhece algo? O próprio termo “espiritualidade” não desperta muito interesse na maioria das pessoas, ainda.  Isso ocorre pelo fato de associarmos a espiritualidade apenas a uma prática religiosa.

    Inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde todos teremos que lidar com nossa espiritualidade, independentemente de religião. E aqui fala uma ex-cética que chegou ao ponto de pensar que nada existia além da matéria. Mas que bom que sempre podemos mudar de opinião e, principalmente, aprender através de estudos e leituras, se assim quisermos.

    A espiritualidade é algo inato em nós, e há séculos diversos estudiosos  falam a seu respeito. Alguns, de forma cética e puramente racional; outros, um pouco mais abertos ao interdimensional e para além do físico. Ela traz em nós um poder oculto que ignoramos porque estamos em modo inconsciente de vida, mas quando começamos a trazê-la para a luz de nossa consciência percebemos o quanto somos seres mediúnicos e interdimensionais.

    A forma como nós, ocidentais, lidamos com a espiritualidade implica na visão de mundo que temos a partir de um paradigma. Este que vai se formando a partir do conjunto de crenças a respeito do que se vive, do que se cogita ser a vida, e que nos guia o tempo todo em todas as decisões e atitudes que tomamos.

    Você já se perguntou “de onde veio, para onde vai e o que está fazendo aqui”? Essas perguntas são cruciais para que possamos compreender nossa passagem pela escola da vida. Nesse sentido, a espiritualidade está diretamente relacionada com a existência. Por isso, o autoconhecimento e o estudo sobre como funciona o Universo e as leis que o regem são a base para nossa jornada de aprendizados. 

    Estudos apontam que as pessoas que desenvolvem sua espiritualidade lidam melhor com as adversidades em todos os âmbitos (veja a notícia aqui). Aos poucos, e através do autoconhecimento vamos lidando melhor com nossos pensamentos, emoções e isso refletirá em nossa qualidade de vida. Com o tempo, aprendemos a elevar nossa frequência vibracional e nos tornamos mais amorosos.

    Se você já cuida da sua espiritualidade através de práticas religiosas, continue se expandindo e não deixe se limitar por questões dogmáticas. Se pretende estudar de forma autônoma, dentre as experiências que tive recomendo as aulas e livros do professor Hélio Couto; os conteúdos e cursos maravilhosos da Círculo Escola Filosófica e da Quantum Academy; o estudo dos arquétipos com o canal Artétipos; as leis herméticas, com a May Andrade; e como bônus para ajudar nesta jornada, indico fortemente que se torne reikiano, porque, não por acaso, o primeiro nível do reiki se chama “O despertar”.

    Uma bela jornada para nós! 

     

     

  • Tratamentos coletivos especiais de Reiki e Karuna em 2022

     Este ano optei por apresentar serviços coletivos inspirados na Jornada de Gratidão e Reiki, na Jornada do Equilíbrio e no Black Friday Terapêutico que realizei em 2021, pois os resultados das pessoas que participaram foram muito significativos. Assim, criei o Fevereiro e Março Terapêutico, que irão se repetir em Maio e Junho; Agosto e Setembro; e Novembro e Dezembro.

    A proposta é levar o bem-estar que as terapias reiki, karuna e ho’oponopono nos trazem a um nível mais profundo, aliando-as à inteligência emocional através do trabalho com temas relacionados aos sete chacras principais, observados de forma individual semanalmente. 

    As terapias reiki e karuna equilibram e harmonizam nossos campos físico, emocional, mental e espiritual, o que, por consequência, refletirá em diferentes aspectos da nossa vida: nosso sono melhora; nossa mente se foca; começamos a reparar em coisas que não víamos e que podem fazer toda a diferença para a qualidade de nossa vida; sentimos e  temos mais emoções e pensamentos positivos, entre outras características.

    Infelizmente, percebo três principais questões que podem atrapalhar um tratamento terapêutico energético/holístico com reiki: 

    1) com a popularização do reiki no Ocidente houve uma certa banalização do método, e as pessoas só querem recebê-lo para o relaxamento instantâneo (o que não está errado), mas sem aprofundar-se em um tratamento mais efetivo. 

    2) devido a maioria dos efeitos serem mais sutis, por falta de consciência e autoconhecimento, a pessoa pensa que o reiki não funciona para ela. 

    3) por diferentes motivos, muitas pessoas ainda acreditam que devem usufruir da terapia reiki somente de forma gratuita; ou não a valorizam justamente por a receberem gratuitamente.

    Ora, para a primeira questão acredito que vivemos numa “cultura de fast food” em que queremos resultados rápidos sem nenhum esforço de nossa parte. Nesta lógica, o reiki ficou conhecido por ser uma terapia que pode ser “usada um pouquinho e só agora”: “ah, eu quero um reiki pra relaxar já!”; e assim a pessoa não se permite acessá-lo por vias mais aprofundadas além do resultado físico imediato.

    No segundo ponto, o fato de desconhecermos o alcance de atuação destas terapias energéticas pode nos fazer, equivocadamente, achar que não funcionou. Aliado a isso, uma mente puramente racional e materialista, muitas vezes, não se abre para compreender o invisível não aceitando a existência de nossos corpos sutis que envolvem o campo emocional, mental e espiritual. Já existem diversos estudos nacionais e internacionais que comprovam a eficácia do reiki, e deve-se frisar que a base da técnica são os símbolos, que “São instrumentos vibracionais para a captação, intercessão e restauração da Energia Primordial Cósmica” (DE’ CARLI, 2017, p. 327 ). Logo, se a pessoa não é devidamente sintonizada por um mestre habilitado, os símbolos, aí sim, não funcionam.

    Quanto ao terceiro caso, vale esclarecer que a energia reiki é gratuita e está disponível de forma ilimitada, pois é da energia cósmica primordial do Universo que estamos falando. Já o fato de receber uma sessão de reiki de um terapeuta envolve uma troca para além da prestação de serviços: trata-se de valorizar o conhecimento e aprendizado que aquele oferece ao fazer um atendimento ou um trabalho coletivo. Creio que, por desinformação e por crenças limitantes, as pessoas ainda confundem muito estas questões relacionadas ao dinheiro. Por outra via, muitos reikianos enviam a energia reiki de forma solidária e gratuita através das redes sociais (o que é fantástico, e eu também faço), mas muitas pessoas acabam não dando o real valor que o envio desta energia tem, de fato. Contudo, isso não é exclusivo do reiki, pois temos à nossa disposição inúmeros conteúdos e materiais gratuitos na internet, porém, a maioria de nós ainda fica no superficial a respeito das informações compartilhadas em rede.

    Também, é óbvio que se a pessoa não quer receber reiki, ela não é obrigada, pois o livre arbítrio é um direito de cada um. Todavia, cada vez mais estas terapias estão se difundindo no mundo. Inclusive, o reiki já é reconhecido como profissão no Brasil e está disponível em alguns locais de forma gratuita através do SUS – Sistema Único de Saúde. 

    Voltando aos trabalhos terapêuticos do ano, a dobradinha de dois meses seguidos irá totalizar oito sessões no total (quatro ao mês), podendo falar por si só. Além do envio, são elaborados materiais exclusivos que complementam e transmitem conhecimentos sobre os sete chacras, que compõem uma parte essencial de nosso campo energético e estão relacionados a emoções, padrões de pensamentos e doenças específicas (baixe meu e-book “Como o reiki pode me ajudar” para saber mais). Nos dias e horários marcados, há orientação por áudios no grupo de WhatsApp, além de dicas de autoanálise durante a jornada.

    Durante as sessões, todos os chacras são harmonizados, e semanalmente trataremos de emoções específicas relacionadas ao chacra em questão, o que nos faz observar os aspectos mentais e emocionais envolvidos sobre cada um deles.

    A pessoa não tem a obrigatoriedade de fazer os dois meses seguidos, mas se o fizer irá receber de bônus um envio de reiki para relacionamentos, pois sim, é possível tratar uma relação conturbada com a energia do amor incondicional. 

    Os horários de envios serão sempre nas segundas-feiras às 21h, porém, se a pessoa não puder estar conectada neste horário, poderá fazê-lo assim que puder, pois a programação é feita para ser ‘a partir deste horário’. Assim, quando estiver pronta, poderá ouvir a meditação do dia, deitar e relaxar para se conectar à energia enviada. 

    Outra vantagem deste trabalho é que, ao intencionarmos trabalhar em conjunto, uma egrégora de Luz se forma para ancorar e potencializar a energia. Estaremos todos na mesma jornada, embora cada pessoa possa sentir de forma diferente, pois as energias reiki e karuna são consideradas energias inteligentes. 

    E o último detalhe, mas não menos importante, é que ao fazer um trabalho coletivo desta forma é possível oferecê-lo a um preço mais acessível. E deixo aqui registrado que pretendo, a depender do número de participantes, diminuir ainda mais o valor* de cada sessão terapêutica, objetivando levar ao maior número de pessoas possível.

    Então, quer dar a si mesmo momentos de amor e autocuidado? Participe das jornadas terapêuticas deste ano e ajude a divulgar para aquelas pessoas que se interessam em cuidar da sua energia vital. Fique atento aos calendários e bom proveito!

     

  • Vai escrever um TCC? Confere essas dicas!

    Eis que chega a reta final do seu curso de graduação, e você precisa apresentar um trabalho escrito relacionado a algum tema para completar seu percurso de aprendizado e ganhar um diploma. Então, bate o desespero! Quem nunca perdeu, pelo menos, meia hora se debatendo em emoções de medo e insegurança quando chega o momento do tão temido TCC?!

    Escrever um TCC, assim como tudo na vida, envolve muitas emoções além da parte técnica do processo de estudos. Para garantir que esta fase seja mais tranquila, é necessário uma pitada de autoconhecimento e muita inteligência emocional. Por isso, criei o curso Estudar com Emoção, que pode te ajudar tanto na parte técnica da escrita e estrutura de um gênero textual acadêmico quanto na parte terapêutica, aliando algumas técnicas para aplicar durante a jornada. 

     

    Uma das primeiras dicas que dou para esta etapa é: escolha um tema que ressoe no seu coração! “Ah, como assim, Carla? Eu estudo sobre o cimento de uma obra, e como isso vai ressoar no meu coração?”. Oras, tudo tem valor neste mundo! Mesmo aquelas coisas que aparentemente podemos não ver sentido cumprem o seu papel num contexto maior. Logo, escolher algo que ressoe com o seu coração é, de fato, colocar o seu amor naquilo que faz. Às vezes, lavar uma louça pode expressar o amor, concorda? Se eu pensar que aquele prato irá servir para colocar o meu alimento favorito, que foi preparado especialmente pra mim, tudo muda de perspectiva… Amplie o seu olhar sobre sua pesquisa e se conecte com ela amorosamente. Isso fará toda a diferença ao longo do processo. Além disso, essa relação pode durar muito mais que seis meses, já que muitas pessoas optam por seguir o mesmo tema ao longo da pós-graduação, embora isso não seja obrigatório.

    A segunda dica é saber quem vai andar contigo nesta caminhada, ou seja, conhecer a pessoa que vai te orientar. Ao longo do nosso curso nos identificamos mais com alguns professores do que outros, mas será que a linha de pesquisa desta pessoa é algo com que você se identifica? Na altura da escrita do TCC você já deve ter em mente os temas que mais gosta, e consequentemente saberá qual professor ou professora poderá te orientar. Em alguns cursos, você pode escolher o orientador, mas isso varia. Procure se  informar na secretaria ou mesmo com colegas e professores como funciona no seu caso.

    A terceira dica é conhecer a estrutura e a linguagem de um texto acadêmico. Sim, existem detalhes técnicos que você precisa dominar, e a linguagem é primordial! Aqui você pode encontrar o bloqueio emocional de, por exemplo, não gostar de escrever. No entanto, você precisa escrever! Para isso, uma consultoria terapêutica de escrita pode te ajudar. E no curso Estudar com Emoção apresento algumas técnicas que também estarão ao seu lado para amenizar este problema.

    A quarta e última dica é ler, escrever, reler e reescrever. Isso mesmo! Escrita envolve leitura e vice-versa. Leia textos relacionados ao seu tema, mas esses devem ser textos de qualidade. Além disso, quando lemos gêneros textuais acadêmicos já vamos, inconscientemente, incorporando estas técnicas na nossa escrita. 

    Escrever um texto longo dá trabalho, sim! Mas você deve se lembrar de todo o caminho que percorreu para chegar até este ponto. Não deixe de se parabenizar por estar finalizando um momento de grande aprendizado em sua vida, e vibrar as emoções positivas que tudo isso te trouxe. Para as partes técnicas existem técnicas que devem ser seguidas, e estão à disposição no “oráculo” Google; pesquise. É claro, também, que você deve pesquisar profissionais qualificados e de confiança para te auxiliar.

    Lembre-se que a vida não vai parar para que você escreva, e tampouco isso é o fim do mundo. Basta um pouco de disposição e autoconhecimento para que você crie um trabalho que irá, com certeza, ajudar outras pessoas mais adiante. Acredite no seu potencial (não, isso não é um clichê!).

    Se você quer algumas dicas para lidar com suas emoções e escrever seu texto, acesse a minha playlist Estudar com Emoção no meu canal do YouTube, ou me envie uma mensagem.