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  • Quando devo procurar o reiki como tratamento terapêutico?*

    Com a popularização do método Reiki, é bem provável que você já tenha recebido esta energia cósmica canalizada (rei) em algum momento para harmonizar sua energia vital (ki). Também, desde o início da pandemia, diversos reikianos e terapeutas vêm oferecendo envios gratuitos pelas redes sociais. Inclusive, há uma técnica, que já mencionei, na qual a energia Reiki flui diariamente para quem queira recebê-la, bastando apenas repassar dois endereços energéticos ao terapeuta (veja meu vídeo sobre a Técnica da Caixinha de Reiki e, se quiser, me envie seu nome completo e data de nascimento).

    Mas, assim como ser reikiano não implica necessariamente em ser um terapeuta Reiki, receber o Reiki esporadicamente não significa que a pessoa esteja fazendo um tratamento terapêutico. Digo isso porque, inúmeras vezes, as pessoas só querem receber uma ou outra sessão e não dão continuidade ao seu processo de autocuidado.

    Fazer um tratamento holístico deve ser uma escolha consciente porque, assim como todo tratamento terapêutico, a importância da continuidade é crucial para se atingirem resultados. Se a pessoa está disposta a trabalhar sua harmonização energética de forma holística, ou seja, olhando para todas as áreas da sua vida (física, emocional, mental e espiritual), a terapia Reiki é uma ótima opção. Mesmo que já esteja fazendo um tratamento médico ou psiquiátrico, o Reiki servirá como terapia complementar e ajudará no processo de recuperação ou manutenção da saúde integral.

    Desse modo, indico que procure um terapeuta Reiki qualificado para que trabalhe de forma conjunta os seus campos físico, emocional, mental e espiritual, pois, com um acompanhamento profissional, é mais fácil de perceber os passos de autodesenvolvimento. A terapia Reiki é capaz de trazer profundas transformações para as pessoas que estejam dispostas a se conhecerem em todos os níveis.

    Isso não significa, é claro, que, ao receber apenas uma sessão, não pode haver transformações. Sempre há, porque a energia Reiki é uma energia inteligente, já que vem da Fonte Cósmica Universal. E, em uma sessão ocorre o equilíbrio dos chacras, que se reflete no trabalho das glândulas e seus respectivos hormônios, e destes para todos os órgãos do corpo, causando um bem-estar físico, emocional e mental instantâneo. Daí que o Reiki tornou-se tão popular: pelos seus efeitos imediatos no corpo e no humor.

    A diferença é quando se coloca isso numa perspectiva de querer trabalhar o autoconhecimento e desenvolver a inteligência emocional conscientemente, para além de ver o Reiki como apenas uma sessão de relaxamento. Ao fazer esta escolha consciente, a pessoa traz para si a responsabilidade em seu processo de autocuidado, e, aí sim, é possível sentir as mudanças mais profundas na prática.

    Lembrando que jamais as terapias holísticas devem substituir os tratamentos convencionais, mas podem, sim, integrar-se àqueles para a busca do desenvolvimento pessoal em todas as áreas. Se você quer saber mais sobre o Reiki, baixe gratuitamente o e-book “Como o reiki pode me ajudar?” ou fale diretamente comigo.

    *Texto publicado inicialmente no site Eu sem Fronteiras: https://www.eusemfronteiras.com.br/quando-devo-procurar-o-reiki-como-tratamento-terapeutico/

  • Seu 2025 vai ser ‘com emoção’ ou ‘sem emoção’?

    Ao iniciar este texto, no último dia do mês de janeiro, muita coisa já aconteceu na minha vida; algumas novas e outras como consequências do ano de 2024. Imagino que você, que me lê, também já tenha aí boas e más histórias para contar deste ano de 2025.

    O título provocativo que apresento aqui é para nos auxiliar a compreender a importância – cada vez mais gritante – de exercitarmos a nossa inteligência emocional. Embora os termos “inteligência emocional”, “educação emocional”, “habilidades socioemocionais” ou “competências socioemocionais” estejam em voga desde a pandemia de covid-19, nem sempre é fácil lidarmos com nossos sentimentos e emoções e aplicarmos na vida prática os aprendizados, seja no trabalho, nos estudos ou nos relacionamentos, principalmente com nós mesmos.

    Como gosto de trazer embasamento científico, tenho estudado bastante sobre estes temas a fim de agregar aos meus atendimentos e serviços. E, sim, a verdade é que precisamos viver “com emoção”, pois o contrário é impossível! Eis aqui a resposta da pergunta do título.

    Contudo, precisamos amadurecer esse ditado, de preferir a emoção, para a aliarmos às nossas inteligências racional/intelectual e espiritual a fim de fazermos escolhas mais assertivas em nossas vidas. E é juntando tudo isso que surge o conceito de “educação emocional”, definida abaixo:

    “Educação emocional é a possibilidade de adquirir conhecimento, por palavras e ações, que, ao reconhecer o poder das emoções no que concerne à capacidade de nos revelar a nós mesmos, faz com que sejamos pessoas melhores, vivendo uma vida mais plena e consciente” (CASASSUS, 2009 apud ARANTES, 2019 – grifos meus).

    Particularmente, gosto da última parte dessa citação que pontua a finalidade da educação emocional em nossas vidas: fazer com que sejamos pessoas melhores, e isso se conecta ao objetivo maior de estarmos neste planeta: evoluirmos em todos os sentidos. Concorda?

    Ocorre, porém, que as emoções acabam nos dominando de tal forma tão destrutiva que hoje vemos uma sociedade doente em todos os níveis: físico, emocional, mental e espiritual. Passamos séculos focando apenas na razão e ignoramos a potência das outras dimensões, pois a verdade é que somos seres multidimensionais – e isso não é apenas um papo místico, pois a própria ONU já reconhece este termo em se tratando de saúde.

    Portanto, uma das chaves para termos uma vida mais plena é olharmos para nossas emoções, aprender a nomeá-las e gerenciá-las de forma mais produtiva e consciente, pois as emoções existem e nos guiam há séculos. Do contrário, continuaremos mais um ano colocando a culpa de nossas mazelas sempre fora (não é que também não esteja, ok?), mas o trabalho interno deve ser feito urgentemente, se quisermos encontrar paz interior e, especialmente, fazermos as pazes com as nossas benditas emoções.

    E aí, seu 2025 vai ser com emoção? Se a sua resposta é sim, conheça o meu Programa Intensivo de Educação Emocional através da aula magna gratuita e/ou, se preferir, fale comigo para uma consultoria de educação emocional com R$ 100,00 de desconto na primeira sessão.

  • Precisamos falar sobre espiritualidade

    Provavelmente, você já ouviu falar sobre a inteligência emocional, mas sobre a inteligência espiritual, conhece algo? O próprio termo “espiritualidade” não desperta muito interesse na maioria das pessoas, ainda.  Isso ocorre pelo fato de associarmos a espiritualidade apenas a uma prática religiosa.

    Inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde todos teremos que lidar com nossa espiritualidade, independentemente de religião. E aqui fala uma ex-cética que chegou ao ponto de pensar que nada existia além da matéria. Mas que bom que sempre podemos mudar de opinião e, principalmente, aprender através de estudos e leituras, se assim quisermos.

    A espiritualidade é algo inato em nós, e há séculos diversos estudiosos  falam a seu respeito. Alguns, de forma cética e puramente racional; outros, um pouco mais abertos ao interdimensional e para além do físico. Ela traz em nós um poder oculto que ignoramos porque estamos em modo inconsciente de vida, mas quando começamos a trazê-la para a luz de nossa consciência percebemos o quanto somos seres mediúnicos e interdimensionais.

    A forma como nós, ocidentais, lidamos com a espiritualidade implica na visão de mundo que temos a partir de um paradigma. Este que vai se formando a partir do conjunto de crenças a respeito do que se vive, do que se cogita ser a vida, e que nos guia o tempo todo em todas as decisões e atitudes que tomamos.

    Você já se perguntou “de onde veio, para onde vai e o que está fazendo aqui”? Essas perguntas são cruciais para que possamos compreender nossa passagem pela escola da vida. Nesse sentido, a espiritualidade está diretamente relacionada com a existência. Por isso, o autoconhecimento e o estudo sobre como funciona o Universo e as leis que o regem são a base para nossa jornada de aprendizados. 

    Estudos apontam que as pessoas que desenvolvem sua espiritualidade lidam melhor com as adversidades em todos os âmbitos (veja a notícia aqui). Aos poucos, e através do autoconhecimento vamos lidando melhor com nossos pensamentos, emoções e isso refletirá em nossa qualidade de vida. Com o tempo, aprendemos a elevar nossa frequência vibracional e nos tornamos mais amorosos.

    Se você já cuida da sua espiritualidade através de práticas religiosas, continue se expandindo e não deixe se limitar por questões dogmáticas. Se pretende estudar de forma autônoma, dentre as experiências que tive recomendo as aulas e livros do professor Hélio Couto; os conteúdos e cursos maravilhosos da Círculo Escola Filosófica e da Quantum Academy; o estudo dos arquétipos com o canal Artétipos; as leis herméticas, com a May Andrade; e como bônus para ajudar nesta jornada, indico fortemente que se torne reikiano, porque, não por acaso, o primeiro nível do reiki se chama “O despertar”.

    Uma bela jornada para nós! 

     

     

  • Janeiro Branco: o que eu tenho a ver com isso?

    “Precisamos resolver nossos monstros secretos, nossas feridas clandestinas, nossa insanidade oculta.” (Michel Foucault) 


    A campanha “Janeiro Branco” foi criada por psicólogos de Uberlândia, Minas Gerais, em 2014, inspirada nas campanhas nacionais como “Outubro Rosa” e “Novembro Azul”, com a finalidade de promover ações como palestras, cursos etc. e difundir uma cultura de saúde mental no país. E em meio a tantos tabus e desinformações em pleno século XXI, esse tema ainda precisa ser melhor compreendido. 
    Quando se fala em saúde mental, é muito provável que venha à memória a loucura e tantos personagens famosos, ou mesmo pessoas próximas a nós, das quais dizemos que “são loucas”, “louquinhas”, “fora da casinha” etc. Muitas pessoas possuem pré-conceitos sobre o tema e ignoram os sinais que estão tendo em relação a algum desequilíbrio no campo mental, porque saúde não se trata apenas de ausência de doença, mas sim de bem-estar e harmonia. 
    Michel Foucault nos fez um favor incrível ao trazer em seu livro a “História da Loucura” uma abordagem que aponta os discursos que se produziram a respeito do tema ao longo dos séculos. E quando se trata de discurso, há sempre alguém que fala algo sobre e a partir das suas experiências e seus próprios pontos de vista, logo, o interlocutor traz as suas visões de mundo sobre aquele tema, resultando em maior ou menor relação DE poder e COM o poder vigente, partindo do seu lugar de fala. 
    Assim sendo, por muito tempo quem tinha o poder de definir sobre sanidade ou insanidade mental era o psiquiatra ou as instituições similares. Mas sabemos que isso trouxe consequências drásticas para as vidas de muitas pessoas, como as internações compulsórias em instituições antigamente conhecidas como “manicômios”, ou as lobotomias que eram utilizadas em quadros de esquizofrenia. Mas a minha intenção aqui não é aprofundar os estudos sobre Foucault nem os estudos sobre “loucura”, pois isso inúmeras pessoas especialistas da área o fizeram, e recomendo fortemente a leitura da própria obra de Foucault para conhecer melhor o panorama geral, ou pesquisar sobre o Hospital Colônia de Barbacena, em MG, só pra se ter uma noção básica do tamanho da complexidade disso tudo. 
    Fato é que a saúde mental vai muito além do binômio loucura versus razão. Vou falar, então, a partir de um olhar holístico que venho estudando nos últimos três anos, pois como já dizia Hipócrates: “mente sã, corpo são”. E as medicinas milenares, como a ayurvédica e a chinesa, sempre estiveram tratando do todo ao invés de apenas as partes, como acontece comumente na medicina ocidental convencional. É preciso tratar as causas em si para eliminar os sintomas (doenças) de uma vez por todas. É preciso tomar consciência para se curar do que quer que seja. 
    Pelo viés holístico, nós temos sete corpos (ou, se preferir, campos), e cada um deles encontra-se ligado a um dos sete principais chacras, esses que são vórtices energéticos localizados ao longo da nossa coluna vertebral e relacionados a glândulas e órgãos específicos. Os três chacras inferiores são ligados ao corpo físico e duplo-etérico (primeiro chacra ou chacra raiz, na base da coluna); ao corpo emocional (segundo chacra ou sexual, abaixo do umbigo); e ao corpo mental (terceiro chacra ou plexo solar, perto do estômago). Os chacras não são visíveis a olho nu, mas quem possui a clarividência desenvolvida consegue enxergá-los, e até mesmo seus pontos de bloqueio. Cada um dos chacras relaciona-se com determinadas emoções, padrões de pensamento e as doenças físicas podem apontar em qual chacra há desequilíbrio. 
    A energia que mantém nossa vitalidade é conhecida como Qi ou Ki (energia vital), e uma parcela dela nos é dada pelas energias de nossos pais, quando na ocasião de nossa concepção, chamada na MTC (Medicina Tradicional Chinesa) de “Jin Qi”; e outra parte dela é adquirida constantemente através da respiração, dos alimentos e bebidas que ingerimos, de um sono reparador, e principalmente de nossos pensamentos e emoções. 
    Tudo o que há é permeado por um campo eletromagnético que emana e atrai energias. Nossos pensamentos e emoções também possuem energia e criam formas invisíveis que se refletem em nossa qualidade de vida, por isso a máxima “semelhante atrai semelhante” foi propagada por Samuel Hahnnemann, criador da homeopatia, mas antes dele as próprias ciências da física e química comprovam isso através de experimentos variados. Saúde e doença, a exemplo da loucura, possuem diferentes olhares e discursos a depender do contexto, da cultura e do período histórico ao qual observamos. Por exemplo, atualmente estamos vivenciando uma pandemia, porém, se a maioria de nós que não teve Covid-19 não significa que não tenhamos tido outras doenças colaterais advindas deste quadro social ou mesmo de outros contextos anteriores. Desse modo, em maior ou menor grau podemos estar saudáveis ou não: perceba como está seu corpo físico, sua alimentação e seu sono? E o seu emocional? E o seu mental? E, ainda, você cuida do espiritual? Você pode dizer que está cem por cento saudável? 
    É importante, também, entender que se estamos com um problema no campo físico é preciso tratarmos o físico; se for emocional, devemos cuidar do lado emocional; e se for mental, devemos nos ater ao campo mental. Obviamente que todos estão interligados e as mudanças que acontecem em um afeta todos os outros, ainda mais em tratamentos holísticos. É por isso que é importante termos um acompanhamento holístico a respeito de nossas dores e doenças, agindo em conjunto com a medicina convencional. 
    Para prevenir doenças, sejam elas físicas, mentais, espirituais ou emocionais devemos cuidar, em primeiro lugar, da nossa energia vital (ki) e seus desdobramentos. Ou seja, autocuidado e autoconhecimento me permitirão saber que tipos de alimentos meu corpo e minha mente precisam, quanto tempo preciso dormir, quais emoções me “tiram” energia, quais pensamentos atrapalham meu sono etc. Além disso, o reiki pode ajudar de maneira eficaz e beneficiar todas as áreas da nossa vida. Saiba mais no meu e-book sobre o tema. 
    Agora, se já estou doente, devo procurar um clínico geral ou psiquiatra, ou psicólogo, e conjuntamente posso optar por fazer um tratamento complementar, integrativo e natural com as terapias holísticas. Mas, nesta dimensão, este último não deverá substituir o primeiro, e sim andar junto daquele; ou ser preventivo para não se chegar àquele, já que pode auxiliar no autoconhecimento e harmonizar seu campo energético alinhando os chacras, a exemplo do já referido reiki, da radiestesia, da cromoterapia etc. 
    A ansiedade e a depressão, dois grandes males deste século, mostram a interconexão dos campos mental e emocional da pessoa, o que exige um tratamento profundo, sério e cuidadoso. Não é “fraqueza” reconhecer que precisa de ajuda. Se você precisa ir ao médico, seja um clínico geral, psicólogo ou psiquiatra, não deixe para amanhã! Faça algo por você mesmo agora. Saúde mental não é mimimi. Peça ajuda, pois você é um ser único no Universo e precisa saber disso! Sua passagem na Terra não é por acaso. 
    Vamos juntos difundir uma cultura de saúde mental e emocional para, assim, construirmos uma sociedade realmente saudável, alegre, fraterna e empática. Que não apenas em janeiro, mas em todos os meses possamos nos colocar na lista de prioridades para o autocuidado. Também, existem diversas opções de atividades que não são terapias, mas são terapêuticas, como ouvir uma música agradável, estar perto da natureza, ter crianças ou animais por perto, meditar, entre outras. Você sabe quais são as suas favoritas? Descubra e aproveite. E não esqueça de respirar! 
    Se você quer saber se posso te ajudar, me envie uma mensagem. 

    Carla Mello – Terapeuta Reiki e Psicoterapeuta Holística