Tag: espiritualidade

  • Seu 2025 vai ser ‘com emoção’ ou ‘sem emoção’?

    Ao iniciar este texto, no último dia do mês de janeiro, muita coisa já aconteceu na minha vida; algumas novas e outras como consequências do ano de 2024. Imagino que você, que me lê, também já tenha aí boas e más histórias para contar deste ano de 2025.

    O título provocativo que apresento aqui é para nos auxiliar a compreender a importância – cada vez mais gritante – de exercitarmos a nossa inteligência emocional. Embora os termos “inteligência emocional”, “educação emocional”, “habilidades socioemocionais” ou “competências socioemocionais” estejam em voga desde a pandemia de covid-19, nem sempre é fácil lidarmos com nossos sentimentos e emoções e aplicarmos na vida prática os aprendizados, seja no trabalho, nos estudos ou nos relacionamentos, principalmente com nós mesmos.

    Como gosto de trazer embasamento científico, tenho estudado bastante sobre estes temas a fim de agregar aos meus atendimentos e serviços. E, sim, a verdade é que precisamos viver “com emoção”, pois o contrário é impossível! Eis aqui a resposta da pergunta do título.

    Contudo, precisamos amadurecer esse ditado, de preferir a emoção, para a aliarmos às nossas inteligências racional/intelectual e espiritual a fim de fazermos escolhas mais assertivas em nossas vidas. E é juntando tudo isso que surge o conceito de “educação emocional”, definida abaixo:

    “Educação emocional é a possibilidade de adquirir conhecimento, por palavras e ações, que, ao reconhecer o poder das emoções no que concerne à capacidade de nos revelar a nós mesmos, faz com que sejamos pessoas melhores, vivendo uma vida mais plena e consciente” (CASASSUS, 2009 apud ARANTES, 2019 – grifos meus).

    Particularmente, gosto da última parte dessa citação que pontua a finalidade da educação emocional em nossas vidas: fazer com que sejamos pessoas melhores, e isso se conecta ao objetivo maior de estarmos neste planeta: evoluirmos em todos os sentidos. Concorda?

    Ocorre, porém, que as emoções acabam nos dominando de tal forma tão destrutiva que hoje vemos uma sociedade doente em todos os níveis: físico, emocional, mental e espiritual. Passamos séculos focando apenas na razão e ignoramos a potência das outras dimensões, pois a verdade é que somos seres multidimensionais – e isso não é apenas um papo místico, pois a própria ONU já reconhece este termo em se tratando de saúde.

    Portanto, uma das chaves para termos uma vida mais plena é olharmos para nossas emoções, aprender a nomeá-las e gerenciá-las de forma mais produtiva e consciente, pois as emoções existem e nos guiam há séculos. Do contrário, continuaremos mais um ano colocando a culpa de nossas mazelas sempre fora (não é que também não esteja, ok?), mas o trabalho interno deve ser feito urgentemente, se quisermos encontrar paz interior e, especialmente, fazermos as pazes com as nossas benditas emoções.

    E aí, seu 2025 vai ser com emoção? Se a sua resposta é sim, conheça o meu Programa Intensivo de Educação Emocional através da aula magna gratuita e/ou, se preferir, fale comigo para uma consultoria de educação emocional com R$ 100,00 de desconto na primeira sessão.

  • Precisamos falar sobre espiritualidade

    Provavelmente, você já ouviu falar sobre a inteligência emocional, mas sobre a inteligência espiritual, conhece algo? O próprio termo “espiritualidade” não desperta muito interesse na maioria das pessoas, ainda.  Isso ocorre pelo fato de associarmos a espiritualidade apenas a uma prática religiosa.

    Inevitavelmente, mais cedo ou mais tarde todos teremos que lidar com nossa espiritualidade, independentemente de religião. E aqui fala uma ex-cética que chegou ao ponto de pensar que nada existia além da matéria. Mas que bom que sempre podemos mudar de opinião e, principalmente, aprender através de estudos e leituras, se assim quisermos.

    A espiritualidade é algo inato em nós, e há séculos diversos estudiosos  falam a seu respeito. Alguns, de forma cética e puramente racional; outros, um pouco mais abertos ao interdimensional e para além do físico. Ela traz em nós um poder oculto que ignoramos porque estamos em modo inconsciente de vida, mas quando começamos a trazê-la para a luz de nossa consciência percebemos o quanto somos seres mediúnicos e interdimensionais.

    A forma como nós, ocidentais, lidamos com a espiritualidade implica na visão de mundo que temos a partir de um paradigma. Este que vai se formando a partir do conjunto de crenças a respeito do que se vive, do que se cogita ser a vida, e que nos guia o tempo todo em todas as decisões e atitudes que tomamos.

    Você já se perguntou “de onde veio, para onde vai e o que está fazendo aqui”? Essas perguntas são cruciais para que possamos compreender nossa passagem pela escola da vida. Nesse sentido, a espiritualidade está diretamente relacionada com a existência. Por isso, o autoconhecimento e o estudo sobre como funciona o Universo e as leis que o regem são a base para nossa jornada de aprendizados. 

    Estudos apontam que as pessoas que desenvolvem sua espiritualidade lidam melhor com as adversidades em todos os âmbitos (veja a notícia aqui). Aos poucos, e através do autoconhecimento vamos lidando melhor com nossos pensamentos, emoções e isso refletirá em nossa qualidade de vida. Com o tempo, aprendemos a elevar nossa frequência vibracional e nos tornamos mais amorosos.

    Se você já cuida da sua espiritualidade através de práticas religiosas, continue se expandindo e não deixe se limitar por questões dogmáticas. Se pretende estudar de forma autônoma, dentre as experiências que tive recomendo as aulas e livros do professor Hélio Couto; os conteúdos e cursos maravilhosos da Círculo Escola Filosófica e da Quantum Academy; o estudo dos arquétipos com o canal Artétipos; as leis herméticas, com a May Andrade; e como bônus para ajudar nesta jornada, indico fortemente que se torne reikiano, porque, não por acaso, o primeiro nível do reiki se chama “O despertar”.

    Uma bela jornada para nós! 

     

     

  • O que você está sentindo agora é o que irá receber de volta!

    “Aquilo a que você está dando atenção fará com que emita uma vibração. 

    Essas vibrações correspondem ao seu pedido. 

    Aqui se encontra seu ponto de atração”.

    (HICKS, 2016, p. 44)




    No atual estágio em que a humanidade se encontra, as emoções primárias de raiva, medo e tristeza predominam. Com o tempo, elas se transformam em sentimentos profundos que, em sua grande maioria, vibram baixíssimos. E tudo isso afeta nosso campo eletromagnético de forma individual e coletiva, já que estamos todos “no mesmo barco” ou “na mesma onda”. 

    “Tudo é energia”! Provavelmente você já ouviu isso inúmeras vezes e pode ignorar e até esnobar essa frase, que expressa uma verdade científica simples e, ao mesmo tempo, transcendental. Assim sendo, enquanto não tomarmos consciência de que, de fato, as leis físicas e as universais incidem diretamente sobre nossos corpos e nossas vidas, continuaremos vivendo no modo reativo e inconsciente. Já existem até aparelhos que medem em hertz as nossas emoções e até pensamentos, sabia?

    “O mundo invisível rege o visível”. Isso significa que nossos pensamentos, emoções e sentimentos nos afetam de tal forma que somos cocriadores de nossa realidade. Mas é muito difícil assumirmos que somos cocriadores porque “nossa vida está péssima”; “esse país não tem jeito”; “o mundo é um lugar ruim”; “essa maldita pandemia não acaba” etc. 

    Então, eu te pergunto: o que você está sentindo agora, neste exato momento em que me lê? Talvez esteja lendo e discordando de meus argumentos, e por isso, sentindo até um pouco de raiva: “esse povo místico não sabe o que fala!”. Ou pode ler e se perguntar: “mas o que isso significa, afinal?”. Para a primeira opção, eu te entendo, até porque também já estive neste lugar. E para a segunda opção, tenho uma possível resposta, mas existem diversos livros e pesquisas sobre o tema. Resumidamente, “isso significa” dizer que chegou a hora de você assumir o protagonismo de sua vida!

    Gosto do estilo amoroso e incentivador dos Abraham-Hicks ao nos dizer que “a criação de sua experiência de vida depende certamente só de você. Você jamais gostou que alguém lhe dissesse o que fazer”, ou seja, “a base para a sua vida é a liberdade total” (HICKS, 2016, p. 36). Como estamos na Era de Aquarius, cuja característica é “ser livre” e pensar em prol da coletividade, essas afirmações caem perfeitamente bem a nós, “seres livres” que julgamos ser.

    Contudo, liberdade exige responsabilidade. E responsabilidade exige agir e assumir o controle da situação. Mas não é por acaso que a grande maioria da população mundial ou está depressiva ou está ansiosa, pois não “sabemos o que fazer com essa tal liberdade”. Infelizmente, estamos despertando através da dor, porque ignoramos as mensagens sutis e amorosas que pairam sobre a humanidade desde o princípio. Penso que até somos um pouco sádicos e um pouco masoquistas, pois gostamos de “expor nossas feridas” e adoramos berrar aos quatro cantos que “não é nossa culpa”. 

    Olhar para nossa vida e ver que ela não está como gostaríamos nos dá uma sensação de incapacidade e de sermos vítimas do destino. Entretanto, não é dessa forma que as coisas precisam ser. Despertar nos exige coragem. E assim é porque o ego detesta ser contrariado. Faz parte! 

    O caminho para entendermos que somos co-criadores de nossa realidade está em olharmos para nossas emoções e sentimentos, pois os pensamentos são acompanhados de emoções, que colapsam a função de onda, quer dizer, materializam-se. Assim sendo, não adianta dizer “eu quero ser rica” se a emoção está vibrando em escassez, em dívidas etc.; “eu quero um namorado” e a emoção está vibrando em padrões emocionais baixos de falta de amor próprio, logo, aparecem as tais “tranqueiras”. Eu sei, eu sei! Dói mesmo, e é muito mais fácil dizer “dane-se todas essas bobagens!”.

    Porém, algumas vezes é bom ler/ouvir uma mensagem mais cáustica para dar uma acordada do nosso mundo trágico ou da doce ilusão cor-de-rosa. Quais caminhos são possíveis para tomarmos consciência? Autoconhecimento, cuidar da nossa energia e praticar o bem, para si e para o próximo. Todas as religiões pregam um pouco disso, e no fundo você sabe que a solução é o amor. Mas, “ai, amar o presidente?! Aí já é demais, né?!”. 

    Calma! Acalme teu coração e dê um passo de cada vez. Comece aprendendo a se amar, de fato. Comece cuidando da sua energia e estudando como o mundo funciona. Há muito material gratuito disponível na rede porque, sim, a internet é muito mais que redes sociais, memes e gatinhos fofinhos. 

    Recomendo conhecer trabalhos sérios, como do professor Hélio Couto, do Círculo Escola, conhecer as leis herméticas e receber terapias holísticas, que são ótimas aliadas durante esse processo, que não é fácil, mas certamente é recompensador. O resto a gente vai descobrindo no caminho.

    Beijos no coração de vocês!

    REFERÊNCIAS:

    HICKS, Ester. Peça e será atendido: aprendendo a manifestar seus desejos. Tradução de Marilena Moraes, Regina da Veiga Pereira e Rosane Neves. Rio de Janeiro: Sextante, 2016.